Olá meninas!
Eu fico mesmo contente por pelo menos termos duas leitoras que cá vêem!
Bem, a fic dentro de alguns capítulos vai acabar, também já devem estar fartasXD
O motivo é que eu e a Diana estamos a ficar sem tempo para ela, ela vai começar a estágiar e não vai ter tempo e eu já trabalho e ando na faculdade
Enfim, vou ter saudades dos vossos comentários!
Depois da fic terminar eu vou falar com a Diana para ver o que vamos fazer em relação a este blog...
Agora chega de conversa.
Beijinhos a todas!
Capítulo 20 – Confrontos
[Diana]
Ainda estamos todas em choque pelo que aconteceu ontem! Não queríamos acreditar que iríamos fazer uma sessão fotografia com eles. A proposta de fazer uma sessão fotográfica para a Vougue é fantástica para a banda, mas estar com eles vai ser um pouco difícil, ainda penso muito no Tom e ele pode pedir-me explicações pelo que se passou ontem.
Estamos todas prontas, saímos do hotel a correr. Estamos entusiasmadas, pois o local escolhido para a sessão fotográfica foi o Coliseu de Roma.
- Isto é fantástico! Nunca pensei que este sítio fosse tão lindo! - Diz Andy super entusiasmada a olhar pela janela do carro.
- Concordo contigo, estou ansiosa para ver o que vamos vestir. - Diz Inês sorrindo.
- Também estou curiosa! - Digo Eu.
- Eu estou nervosa, fotografar com eles vai ser fantástico…. - Diz Patrícia, depois olha para mim e para Andy que ficamos incrédulas a olhar para ela. - Desculpem meninas, eu falei sem pensar!
Ao chegar ao local encaminham-nos para a maquilhagem. Esta é toda em tons leves, o que nos da um ar natural. Depois vestimos umas mini saias com fitas de couro adornadas com pequenas medalhas de alumínio a penderem do sinto e uns topes estilo sutiã e uma tiara na cabeça tudo com coberturas em alumínio a imitar as armaduras romanas.
Ao chegarmos à arena os gémeos ficam a olhar para nós, quando nos vêem com aquelas roupas e com uma espada na mão ficam boquiabertos.
A sessão começa.
Primeiro, tiramos as quatro fotos e depois uma de cada vez. Em seguida, umas contra as outras, o mesmo se sucede com os rapazes que estão simplesmente fantásticos com armaduras romanas.
- Agora vão tirar algumas fotografias com os rapazes, façam de conta tal como à pouco que estão a lutar uns com os outros. - Disse o fotógrafo.
Estamos a tirar as fotografias e o Tom, nas fotos de grupo, não para de tentar tapar-me já me está a irritar.
- Para com isso. - Digo-lhe furiosa, olhando para ele com um olhar furtivo.
- Não paro…E tu vê se te tapas um bocado. - Diz Tom furioso, olhando-me furtivamente.
- Já falta pouco! - Diz o fotógrafo.
Continuamos a tirar fotografias e o Tom continua a tapar-me.
Já me esta a irritar! Sinceramente, eu não percebo porque é que ele está a fazer isto.
- E acabamos. As fotografias ficaram fantásticas. - Diz o fotógrafo.
Estamos todas a dirigir-nos para os camarins para tirarmos a maquilhagem e trocarmos de roupa. Até que Tom se dirige a mim impedindo a minha passagem e do nada, pega em mim como se fosse um saco de batatas e pondo-me em cima do seu ombro.
- Larga-me, põe-me imediatamente no chão. - Grito-lhe esperneando e dando-lhe murros nas costas, mas não adianta. Ele parece um bloco de gelo que nada o afecta.
-Não te largo, temos de falar… - Diz Tom algo furioso.
É agora que ele provavelmente me ira pedir explicações do que se passou ontem, mas eu também o vou confrontar com o porquê de ter agido daquela forma na sessão fotográfica.
Entramos para um dos camarins e ele fecha a porta brutamente atrás de si e põe-me no chão. Para que eu não delineie um plano de fuga encosta-se à porta, a única forma de sair dali.
Encontramo-nos frente a frente a olhar bem fundo nos olhos um do outro e tudo o que me apetece é abraça-lo e beija-lo… Só posso estar a ficar louca, eu odeio-o pelo que me fez…
- Porque é que fugiste daquela forma de mim ontem? O que se passa contigo? - Pergunta-me Tom algo confuso.
- Eu fugi porque não te quero ver mais à frente. Ainda não percebeste que me magoaste muito quando me usaste e deitaste fora? Simplesmente esquece que eu existo e deixa-me viver a minha vida e vestir-me como quero…. E porque é que me estavas sempre a tapar na sessão? - Pergunto-lhe olhando-o quase nos olhos, tentando não demonstrar que por trás de cada palavra que proferi que existe ainda uma réstia de paixão por ele.
- Se é assim que queres irei fazer isso, não me vais voltar a ver e não me vou meter mais na tua vida… Eu tapei-te porque acho que és muito nova para aparecer em capas de revistas quase nua… - Diz-me Tom virando-me as costas e saindo batendo a porta atrás de si.
Após isto caio de joelhos a chorar. Não aguento isto, o meu coração diz-me para ir atrás dele, mas o meu corpo parece estar colado ao chão…
[Bill]
Os meus olhos ficaram arregalados, quando vi o meu irmão a pegar na Diana daquela maneira. Ele disse que ia fazer tudo o que pudesse para falar com ela e conversarem, porque no fundo ele nunca a esqueceu e, simplesmente, só desejava voltar a vê-la e tentar ter uma nova oportunidade.
Eu sabia, eu também desejava algo assim!
Isso deu-me um impulso para agir rapidamente e aproveitar aquela oportunidade. As duas raparigas da banda já se tinham afastado dela ao aperceberem-se da atitude do Tom, procurando segui-lo como forma de auxiliar a Diana. Porém, a Andy ficou paralisada. Ela sabia de toda a história e certamente que as memórias daquela semana distante no tempo regressaram em peso.
Antes que ela pudesse seguir atrás deles, dei uns passos rápidos e segurei-lhe na mão para a impedir. O toque suave da sua pele despertou-me por instantes o desejo incontrolável de a beijar, de sentir o gosto sublime daqueles lábios carnudos e de a ter junto do meu corpo como se o amanhã não existisse…
- Bill… - O som da sua voz a proferir o meu nome despertou-se subitamente do transe. – Eu tenho de ir.
- Andy, por favor, nós temos de falar. – As palavras saiam numa entoação de suplicia.
Ela suspirou, mas não me repeliu para longe, antes abriu a porta que se encontrava perto dela e dava acesso ao meu camarim e do Tom. Aquele pouco espaço de tempo permitiu-me observar melhor o resto do seu corpo, não que já não o tivesse feito durante a sessão onde ela estava divinal, mas de uma outra forma mais… Mais natural. Nisto reparei nas suas mãos e o meu coração falhou uma batida: Ela ainda tinha o meu anel!
- O que queres Bill? – A sua atitude parecia de indiferença, no entanto os olhos denunciavam uma angústia escondida. Algo que fora eu a provocar!
Os meus pés avançaram a medo e voltei a segurar-lhe ternamente na mão direita. O meu olhar prendeu-se naquele contemplar castanho e no rosto corado, sentia a pulsação do sangue a aumentar.
- Tu ainda o tens. – Um sorriso soltou-se dos meus lábios. – Isso… Isso significa algo…
- Significa que já o posso devolver-te. – Ela parecia fria e distante, mas os vistos reluziam de lágrimas contidas. Ela cessou o contacto e iniciava-se para o tirar. Eu não conseguia reagir. – Foi aquilo que tínhamos dito um ao outro…
- Não. – Interrompi a sua fala, à medida que me aproximava os ossos corpos de forma subtil. – Eu quero que ele seja teu, Andy.
- Bill, já passou muito tempo desde a última vez que nos vimos. – O rosto dela descaiu para o chão, incapaz de me enfrentar. – Muitas coisas mudaram e…
- E eu percebi tarde de mais que te amava. – Novamente impedi-a de prosseguir. – Andy, eu fui um estúpido e apercebi-me disso durante este longo ano. Não imaginas a quantidade de vezes que desejei voltar a ver-te e, puder ter a hipótese de te dizer tudo aquilo que sinto.
- Bill, por favor… - Desta vez as lágrimas soltaram-se dos seus canais lacrimais. – Eu já sofri muito por tua causa, por me ter iludido e… - Ela engoliu em seco. – E tive de reparar um coração partido. Não quero mais ter de chorar por desilusões…
- Desta vez é diferente. – O meu dedo indicador puxou o seu rosto para o meu. – Desta vez eu sei que não te quero perder, que vou lutar por ti com todas as minhas forças.
- Bill…
Antes de ela dizer mais qualquer coisa, arrebatei-a nos meus braços e beijei-a. No inicio, senti alguma resistência, mas a pouco e poucos os nossos lábios dançavam num beijo apaixonado. Eu queria mais e ela também, pois cruzou os braços no meu pescoço, tal como eu lhe segurei pela cintura sem a deixar fugir. Os nossos corações batiam a um ritmo descompassado e as respirações ofegavam. Até o ar começar a ser insuficiente para alimentar as nossas células, prosseguimos numa troca de amor resguardada durante meses.
- Andy…
Nisto a porta do camarim abre-se com um enorme estrondo e Tom entre num pranto incessante. Ao ver o meu irmão assim, o meu coração fracturou-se e corri para o abraçar, esquecendo-a por momentos, só existindo para abrandar a mágoa do meu gémeo.
- Não existe uma “desta vez”. – Disse ela num murmúrio que só eu consegui ouvir, antes de sair pela porta e me deixar sozinho com o meu irmão.
Sós.
Sós, como ficamos por nossa culpa há um ano e sós, porque as coisas tinham mudado.
Aquilo só significava uma coisa: chegou a altura de sermos nós a lutar por elas!
[Tom]
Encontro-me no hotel a olhar pela janela, a relembrar mais uma vez as duras palavras que ela me disse. Como é que eu pude ser tão estúpido? Quando encontro a rapariga da minha vida arruíno tudo, por ter pensado que se tratava de mais uma curte. As suas palavras duras foram merecidas, talvez deva esquece-la e tentar seguir com a minha vida. Quando relembro aquele momento é como se me dessem uma facada no peito.
Olho para o telemóvel, talvez devesse ligar-lhe ou mandar-lhe uma mensagem. Mas provavelmente ela rejeitaria a minha chamada e não lia a minha mensagem. Não sei o que fazer…
Tom fechou os olhos e começou a relembrar aquele fim de tarde no camarim.
“ A sessão fotográfica acabara e Tom estava furioso por Diana andar tão despida e parecer tão alegre. Tom perdeu a cabeça e num acto de loucura devido aos ciúmes, pegou em Diana como se esta fosse um saco de batatas. Mesmo com os seus pontapés e gritos ele ignorou-a e trancou-se, contra a vontade de Diana, dentro de um camarim onde ouve uma conversa entre ambos com palavras ditas num momento de raiva e ciúmes…
-Larga-me, põe-me imediatamente no chão. - Grita Diana esperneando e dando murros nas costas de Tom, mas não adianta. Ele parece um bloco de gelo que nada o afecta.
-Não te largo, temos de falar… - Diz Tom algo furioso.
Encontram-se frente a frente, a olhar nos olhos um do outro. O ambiente é tenso e a raiva e os ciúmes estão á flor da pele. A respiração de ambos está ofegante e os lábios desejam unir-se em mais um beijo. Algo a que o cérebro de ambos diz para não o fazerem, embora a tentação os esteja a roer por dentro.
- Porque é que fugiste daquela forma de mim ontem? O que se passa contigo? - Pergunta Tom algo confuso.
- Eu fugi porque não te quero ver mais à frente. Ainda não percebeste que me magoas-te muito quando me usaste e deitaste fora? Simplesmente esquece que eu existo e deixa-me viver a minha vida e vestir-me como quero…. E porque é que me estavas sempre a tapar na sessão? - Pergunta-lhe olhando-o quase nos olhos tentando não demonstrar que por trás de cada palavra que proferiu, existe ainda uma réstia de paixão por ele.
- Se é assim que queres irei fazer isso não me vais voltar a ver e não me vou meter mais na tua vida… Eu tapei-te porque acho que és muito nova para aparecer em capas de revistas quase nua… - Diz Tom virando as costas e saindo, batendo a porta atrás de si.”
Ao recordar este momento as lágrimas voltam a escorrer-me pelo rosto, tal como aconteceu naquele fim de tarde quando me virei para a porta e sai apressadamente. Não queria que Diana visse o quanto as suas palavras me magoaram.
esta historia é linda meninas!!! adorei um maximo
ResponderEliminarola anastasia fico muito contente por teres gostado destes 20 capitulos aposto que os proximos vais gostar ainda mais =) Obrigada pelo comentario Bju
ResponderEliminarde nada... eu adoro este tipo de historias !!!
ResponderEliminarde nada
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