Fic Do Momento

Fic Do Momento

domingo, 26 de dezembro de 2010

My Love You Are - 13º Capítulo

Olá!
Obrigado ás meninas que comentaram!
Nós ficamos realmente contente por vocês estarem a gostar da fic!
Esperamos também que o vosso Natal tenha sido bom e com muitas prendas, mas principalmente, muito amor!
Beijinhos a todas!


Capítulo 13 – Um Mês De Saudades


[Bill]

Um mês se passou desde que a vi pela última vez. O meu co0ração definhava a pouco e pouco recordando o ar distante que ela mostrara, embora lá no fundo da minha alma, algo me dizia que a voltaria a ver como Bill Kaulitz e não apenas como um mero admirador secreto. Ok, eu confesso que gostava desse lado misterioso que a personagem de “ Phantomrider” traz a esta história de filme. No entanto, se ela alguma vez descobrir quem ele é, ou seja, que sou eu, nunca vai querer olhar para a minha cara…
De todas as maneiras, eu precisava de a ver e hoje, o Phantomrider iria voltar a visitar a sua Túlipa Negra. A flor que nascia nas noites de Lua cheia e lhe traz a alegria de alguém com vida… A pessoa que eu apenas desejo ver mais uma vez!
Tom estava a estacionar o carro num lugar um pouco recôndito, assim garantíamos que ninguém se deparava com o fantástico Audi A1 dos Kaulitz. Mal paramos, colocamos uns óculos a tapar grande parte do rosto e um gorro, com uma roupa discreta a acompanhar, ninguém ira notar na presença de dois rapazes fortemente cobiçados por todo o mundo.
- Estás preparado? – A voz do meu irmão quebrou aquele silêncio perturbador.
- Sim. - Olhei-o nos olhos. – Só a quero ver mais uma vez…
- Eu sei. – Suspirou. – Eu também não a consigo tirar da cabeça.
-O melhor é irmos, a actuação delas começa daqui a dez minutos. – Abri a porta e apressei-o. – Não vale a pena ficar aqui, a sofrer quando as podemos ver a poucos metros de nós.
Ambos saímos do carro e dirigimo-nos num passo apressado para o interior do bar. Nenhum segurança nos barrou a entrada, pois apresentamos os passes VIP que o nosso amigo Andreas nos havia oferecido. No interior, um monte de gente tentava-se concentrar à frente do palco ainda vazio, apenas repousando os instrumentos necessários para a actuação.
Eu e Tom dirigimo-nos mais para o fundo da plateia que se construía naquele espaço, nada melhor que uma escuridão distante para passar despercebido de olhares curiosos. Procuramos por uma mesa vazia e sentamo-nos pacatamente a beber um martini com gelo que uma empregada nos trouxe, aguardamos a entrada delas no palco no mais puro silêncio.
As luzes mais intensas do bar reduziram-se a ténues focos e somente o palco permaneceu vivamente iluminado. Andreas subiu ao palco com o seu típico sorriso bem-disposto.
- Boa noite a todos! – Acenou à plateia. – Fico contente por mais uma vez ter a casa cheia para assistir a mais uma actuação destas duas raparigas, que têm vindo a conquistar mais e mais apreciadores de boa música. Sem mais demoras, Andy e Diana!
Os gritos dos presentes intensificaram-se e os aplausos ecoavam por todo o espaço, fazendo-o pequeno e vibrante sob os pés. Então, naquele extasiado barulho, elas apareceram!
Sublimes e belas, numas roupas que certamente haviam comprado propositadamente para as actuações. O meu coração parou, o suspiro ficou a meio e a boca abriu-se num grito mudo. O meu único desejo era correr para aquele palco e abraça-la, tê-la nos meus braços e dizer que sou um estúpido por acreditar que ela seria mais uma paixoneta sem sentido…
Tive de em controlar e senti o meu irmão a meu lado a fazer o mesmo. Tom cerrou fortemente os punhos e enrijeceu os maxilares para controlar a vontade de fugir daquele lugar, no fundo sabia o quanto doloroso para ele era não poder fazer nada para estar com Diana.
O som da guitarra iniciou para acalmar um pouco os ânimos de quem se limitou a escutar a música, posteriormente, a voz suave dela vibrou pelo ar numa letra incrivelmente bela e… nostálgica.

I shouldn't love you but I want to
I just can't turn away
I shouldn't see you but I can't move
I can't look away
And I don’t know how to be fine when I'm not
‘Cause I don't know how to make the feelings stop

Just so you know
This feelings taking control
Of me and I can't help it
I won’t sit around
I can't let him win now
Though you should know
I've tried my best to let go of you
But I don't want to
I just gutta say it all before you go
Just so you know


Por momentos, senti-me embalado na sua doce balada. O meu espírito voava para aquela semana que havia um mês que se sucedera.

It's getting hard to
Be around you
There’s so much I can't say
And do you want me to hide the feelings
And look away
And I don’t know how to be fine when I’m not
Cause I don't know how to make the feelings stop

Just so you know
This feelings taking control
Of me and I can't help it
I won’t sit around
I can't let him win now
Though you should know
I've tried my best to let go of you
But I don't want to
I just gutta say it all before you go
Just so you know

O sabor dos seus lábios aflorava-me à boca. O desejo de os saborear novamente palpitou-me forte.

This emptiness is killing me
I'm wondering why I’ve waited so long
Looking back I realize it was always there to be spoken
Now I’m waiting here
Be waiting here

Just so you know
This feelings taking control
Of me and I can't help it
I won’t sit around
I can't let him win now
Though you should know
I've tried my best to let go of you
But I don't want to
I just gutta say it all before you go
Just so you know

(Jesse McCartney - Just So You Know) 

Uma incrível onda de adrenalina percorreu-me as veias. Uma ideia louca trespassou-me o cérebro, tão louca que podia resultar! Olhei o meu irmão e com um leve toque no ombro chamei a sua atenção.
- O que foi? – Disse ele sem me olhar.
- Sabes aquele baile de mascaras que vão dar em Berlim? – A minha voz sussurrava para mais ninguém ouvir.
- Sim, o que tem? – Os olhos permaneciam fixos numa figura feminina em particular. – Tu queres ir? Aquilo vai estar cheio de pessoas e ainda nos matam no meio da confusão de raparigas…
- Mas e se nós fossemos mascarados. – Fez uma pausa, mas o gémeo nada disse. – Talvez as pudéssemos combinar para um encontro com o Phantomrider e o Rock Boy…
- Tu és doido? – Desta vez. Os vistos assentaram arregalados em mim. – Elas iam nos matar se soubessem!
- Íamos mascarados. – Um sorriso cúmplice desenhou-se nos meus lábios para lhe transmitir a ideia que me surgira. – Elas nunca saberiam que éramos nós se não tirarmos as mascaras…

[Diana]

A actuação tinha corrido muito bem, estamos cada vez melhor. Desta vez, para nosso espanto, o bar encontrava-se cheio! O que ainda nos deixou mais felizes. Tínhamos apenas 5 músicas para tocar, quando o publico pediu que voltássemos a tocar uma música escrita pela Andy, que falava um pouco do que aconteceu à um mês atrás. Uma música que até hoje nos faz chorar. Embora eles nos tenham magoado muito, nós ainda pensávamos neles. Cada vez que tocávamos aquela música, ambas chorávamos, era algo inevitável. Como se cada palavra nos fizesse voltar ao passado e toda a dor que sentimos se multiplica-se.
Estamos no nosso camarim, felizes por a actuação ter corrido bem e o bar se encontrar cheio. Estávamo-nos a desmaquilhar quando batem à porta.
-Posso entrar? - Perguntou Andreas do outro lado da porta.
-Sim, podes. - Disse Andy.
-Vim só vos dar os parabéns pela actuação e dar-vos este envelope que alguém deixou para vocês no bar. - Disse Andreas dando-me um envelope branco.
-E ninguém viu quem deixou o envelope? - Disse Andy pegando no pedaço de papel.
-Não, eu perguntei a todos os funcionários do bar e ninguém sabe quem foi. - Disse Andreas.
Eu e Andy estamos curiosas para ver o conteúdo do envelope. A pergunta que vai nas nossas cabeças é de quem terá deixado aquilo? Mas, rapidamente olhamos uma para a outra e tudo o que vejo no olhar dela é uma outra pergunta, que também me ocorre. “Será que foram eles?”. Só existe uma forma de o descobrir, abrindo o envelope.
Ao abri-lo, vemos uma folha branca dobrada ao meio e 2 convites vermelhos com 2 mascaras douradas no canto superior esquerdo. Ao abrir o papel, vemos uma mensagem numa caligrafia perfeita, é como se tivesse sido desenhada.
O pedaço de papel diz o seguinte:
“Mais uma vez ficamos maravilhados com a vossa acção. Pedimos desculpa por só agora termos voltado a dizer-vos algo, mas para vos compensar pela nossa prolongada ausência, queremos convidar-vos para um baile de máscaras que vai decorrer na porta de Brandeburgo em Berlim. Para nos encontrarem basta procurarem por 2 cowboys de rosto tapado! Esperamos por vocês lá! Assinado Phantomrider & Rock Boy”

Ao lermos aquilo todas as nossas dúvidas se dissiparam. O bilhete era mesmo deles e agora querem encontrar-se connosco!
-Ai meus deus. Agora o que fazemos, vamos ou não? - Perguntou Andy.
-Eu tenho receio de que sejam alguns tarados, mas só há uma forma de o sabermos, que é irmos. Se acontecer alguma coisa, gritamos por ajuda. - Disse Eu.
-Tens razão, mas para prevenir, vamos levar o spray de gás pimenta que usamos no bolso da nossa farda na loja! - Disse Andy.
-Boa ideia, vamos fazer isso! - Disse Eu.
Nós estamos muito nervosas com o baile e se acontece alguma coisa de errado? Será que eles são dois rapazes jovens? O baile é daqui a 2 dias, por agora vamos pensar numa roupa discreta para usarmos no baile.

sábado, 18 de dezembro de 2010

My Love You Are - 12º Capítulo


Olá meninas!
Peço imensa desculpa pelo atraso na publicação de mais um capítulo mas nem eu nem a Andy tivemos tempo para vir aqui.
Nós estamos realmente felizes por vocês estarem a gostar da fic e nos apoiarem nesta aventura em que as duas nos metemos!
Deixo-vos mais um capitulo espero que gostem
Beijinhos a todas e boas leituras!


Capítulo 12 – Último Dia
[Andy]

O último dia daquela semana que em sonho se tornou em pesadelo, já tinha começado. Eu sentia-me realmente triste, apesar de tudo o meu coração ainda palpitava por ele… No fundo, eu entendia a atitude dele, mas magoava-me tudo o que ele me fizera.
Suspirei.
Olhei-o pelo vidro do tourbus. Ele transportava uma das suas enormes malas de viagem. A sua cara aprecia um tanto abatida, talvez fosse cansado… Então, lembrei-me do seu beijo, como me derretia o sabor dos seus lábios.
Pára, pára, pára!
Eu tenho de o tirar da minha cabeça e arrancar este sentimento do meu coração.
Por fim, lá peguei na minha mala e dirigi-me para o exterior, onde Diana já se encontrava a falar com Gustav.
- Andy! – O loiro conduziu-se a mim quando me viu. – Então, hoje é o vosso último dia connosco.
- Sim. – Sorri-lhe por simpatia.
- Estava ali a perguntar à Diana se tinha gostado. – O olhar dele recaiu na morena. – Tu gostaste?
- Sim. – Menti piedosamente. – Houve momentos melhores que outros, mas gostei.
- Eu notei que por vezes andavas meio em baixo. – A mão dele incidiu sobre o meu ombro acarinhando-o. – Lamento por ele te ter magoado.
Nesse instante, o espanto apoderou-se da minha expressão facial.
- Como… - AS palavras entalaram-se na garganta. – Como sabes?
- Eu não sou nenhum tapadinho. – Desta vez, a sua palma acaricia o meu rosto. – Estando com aqueles dois 24 horas sobre 24 horas, rapidamente se sabe de tudo.
- Pois. – Suspirei e deixei o olhar recair para o chão. – De todas as maneiras, a semana acaba hoje e não vou ter mais de o ver…
- Se queres que seja sincero, ele é que fica a perder. – Um largo sorriso desenhou-se nos seus lábios. – Tu és uma rapariga fantástica, de certeza que vais encontrar alguém que goste realmente de ti.
- Obrigado, Gustav. – Aquelas palavras tão simpáticas levaram-me a abraça-lo. Nos seus braços sentia-me protegida, como se de um irmão se tratasse. – Obrigado pelo teu apoio.
Após alguns segundos agarrada a ele, separamo-nos e o rapaz deposita um leve beijo na minha testa.
- Não tens de agradecer. – Segurou a minha mão. – Só te quero ver a sorrir.
Desviei-me do baterista, nesse momento, vejo o olhar de Bill aterradoramente preso em mim. Não fraquejei e lancei-lhe um olhar de desilusão. Ele sentiu-o e voltou costa na direcção do Tom.
Depois disto, seguimos para os carros que nos levariam até ao aeroporto. Apesar de tudo, eu e Diana sentíamo-nos tristes por a semana ter acabado demasiado depressa. Falamos de tudo que nos tinha acontecido e das loucuras cometidas… Uma semana que já mais seria esquecida! Uma hora mais tarde, estávamos sentadas calmamente nos nossos lugares de avião.
A viagem decorreu sem turbulência. Eu e Gustav trocávamos números, assim como Diana o fez com ele. Na verdade, gostei muito de conhecer o baterista, considerava-o um amigo do coração com o qual pretendia manter o contacto. Só o Kaulitz mais novo não parecia agradado de Gustav se aproximar de nós, especialmente agora que me encontrava chateada com ele e a poucos minutos de nunca mais o ver.
O avião aterrou e todos iam saindo ordeiramente. Eu fiquei um pouco mais atrás do grupo, cada passo que dava era como a sentença de nunca mais o ver. Sim, eu desejava voltar a vê-lo um dia… Talvez, depois de algum tempo a dor pelo que me fizera já não latejasse e pudéssemos ser amigos.
Nestes pensamentos, uma mão impede-me de seguir caminho. O meu corpo voltou-se para o indivíduo que me tinha impedido de continuar caminho. O meu coração falhou uma batida, Bill estava diante de mim com uma tristeza espelhada na cara.
- Será que algum dia me vais perdoar? – A sua pergunta abalou-me as barreiras que mantinha junto dele.
- Não há nada para perdoar, Bill. - A voz rouca denunciava o nervosismo.
- Eu não te queria magoar. – Bill ferrou o lábio. – Mas…
- Mas não tens tempo para uma relação. – Conclui a frase dele. – Tens medo que te magoem e se aproveitem de ti. – Continuei sempre a mirar os olhos lacrimejados dele. – Apesar de me magoar e odiar o facto de me teres usado, eu compreendo os teus medos.
- Desculpa. – O seu punho fechou-se, talvez para impedir a mão de se conduzir até mim.
- As desculpas não se pedem, evitam-se. – Disse um tanto nostálgica. – Pode ser que um dia nos voltemos a cruzar e nesse dia, talvez seja mais fácil para os dois voltarmos a falar.
O corpo rodou nos calcanhares no intuito de seguir atrás do resto do grupo.
- Espera. – O moreno apressou-se a colocar-se à minha frente. – Quero que fiques com isto.
Bill arrancou do seu dedo um anel de ouro branco com um cristal negro na forma de um quadrado.
- Eu não posso aceitar. – Fiquei estática com a acção dele.
- Considera isto como um empréstimo. - Um leve sorriso nasceu na sua boca. – Logo, um dia vais ter de me devolver. Assim, não tens alternativa se não voltarmo-nos a ver um dia.
Bill depositou o anel no meu dedo anelar da mão esquerda. Eu nem me mexia, apenas sentia a suavidade da sua pele na minha.
- É… é melhor irmos.
Ele sorriu e ambos seguimos para junto do grupo.

[Diana]

É o nosso último dia com eles. Por um lado, estou feliz por voltar hoje para casa, mas por outro, estou triste por estar assim com o Tom. Gostaria que as coisas fossem diferentes. Acabamos de sair do avião, estamos a dirigir-nos para a sala onde nos encontramos a uma semana atrás. Sinto os olhos de Tom postos em mim, como se me tentasse proteger ou falar comigo. Neste momento não quero sequer vê-lo à frente. Ele magoou-me muito e usou-me como se eu fosse um objecto sem qualquer valor.
-Já estamos quase a ir embora. - Disse Andy.
-Finalmente, mal posso esperar por chegar a casa. - Disse Eu.
-Eu também, mas vai ser difícil esquecer esta semana e voltar a nossa vida normal. - Disse Andy um pouco triste.
- O trabalho vai ser bom, é da maneira que nos mantemos ocupadas e não pensamos neles. - Disse Eu.
-Tens razão, até pode ser bom. - Disse Andy.
-Vamos lá, temos de nos despedir deles. - Disse Eu.
-Adeus, gostei de vos conhecer. Vão dando notícias. - Disse Gustav abraçando-me.
-Adeus, também gostei de te conhecer. Sim, nós damos notícias. - Disse Eu.
-Adeus, fica bem. - Disse Andy.
-Tu também. - Disse Gustav abraçando Andy.
-Adeus, dá notícias. Quero saber as novidades todas. - Disse Georg abraçando-me.
- Adeus… Eu conto-te tudo. - Disse Eu.
-Adeus Andy, fica bem! - Disse Georg.
-Adeus, tu também fica bem. - Disse Andy abraçando Georg.
Quando olho para os gémeos, vejo que estes estão com um ar furioso por nós estarmos tão próximas do Georg e do Gustav. Eles foram uns queridos connosco a semana toda.
Eu e a Andy apenas dissemos adeus aos gémeos, por simpatia. Eles olharam para nós com um ar desesperado, mas eles não tinham o direito de nos ter usado daquela forma. Fomos para casa na mesma limusina preta que nos tinha levado ao aeroporto. Já é de noite e não consigo dormir, o Tom não me sai da cabeça. As lágrimas começam a escorrer-me pela face e vejo que a minha amiga está na mesma. Ficamos a noite toda acordadas, a dor que sentimos é superior a tudo. Durante a noite tiramos todos os posters dos Tokio Hotel, deixando apenas os do Gustav e do Georg pusemos tudo dentro de uma caixa bem como as capas dos nossos edredões. Talvez assim fosse um pouco mais fácil esquecer tudo. Agora só nos resta ir trabalhar e à noite temos um concerto no bar.



sábado, 4 de dezembro de 2010

My Love You Ate - 11º Capítulo

Olá meninas!
Nós estamos realmente felizes por vocês estarrem a gostar da fic e nos apiarem nesta aventura em que as duas nos metemos!
Eu sei que a semana com eles está a terminar, mas ao contrário do que possam pensar, a fic ainda têm muito para darXD
Na verdade nem Eu nem a Diana sabemos quando ela vai terminarXD.
Para saber a opinião sore o que acham da fic resolvi por aqui de lado um pequeno enquete para votarem!
O cap de hoje é para a biak. a Shine e a hannahrbc 
Beijinhos a todas e boas leituras!


Capítulo 11 – Remorsos

[Bill]

O que é que eu lhe fiz? A forma como ela me olhou, o desprezo e repugnância… Até me sentia um monstro no meio daquilo tudo! Ok, talvez o fosse. Eu estava a aproximar-me dela e depois ia abandona-la sem uma palavra de amizade, no fundo merecia isto. Eu e o Tom, que teve uma reacção semelhante por parte da Diana…
Oh meu deus!
Uma ideia louca passou-me pela cabeça, tão mirabolante que até podia ser verdade! No dia anterior, ele e Tom tinham tido uma discussão acesa sobre o que Tom fizera e… Engoli em seco ao pensar bem na questão, talvez elas tivessem ouvido tudo.
O meu punho foi de encontro à almofada. O que é que ela deve estar a pensar de mim agora? Que sou um monstro, que a usei para me satisfazer? Eu não sou assim, preciso de lhe contar tudo, de lhe abrir o meu coração… Ok, se calar ela deve continuar a pensar nisso, dessa forma é mais fácil afastar-nos.
Os meus pulmões encheram-se de ar para me acalmar e reflectir bem em tudo que estava a acontecer. A minha vida é uma confusão emocional, a única certeza que tenho é de não querer que ela fique muito chateada comigo. Pelo menos devo ir tentar falar com ela, para também salve aguardar que não é espalhado nada pelas revistas que nos venha a manjar a imagem. Isso seria o caos em cuecas depois de esta semana louca.
Os tourbus pararam para irmos comprar comida a uma estação de serviço vazia aquela hora da noite. Vi a Diana a sair e achei ser a oportunidade ideal para lhe falar. Sem muito barulho, vesti um casaco e fui até ao autocarro delas, entrei pela porta deixada aberta e mal pus um pé dento do veículo, deparei-me com aquele olhar castanho colado em mim. Andy estava também a preparar-se para sair.
- Olá. – A minha hesitação notou-se na fala.
- Olá. – Ela respondeu friamente. – O que queres?
- Podemos falar? – Dei uns passos para o interior, obrigando-a a fazer o mesmo e fechei a porta. – Acho que precisamos de esclarecer umas coisas.
- Não temos nada para esclarecer. – Andy volta costas e finge estar ocupada a arranjar os cordoe das sapatilhas.
Sabia que aquilo era para me evitar olhar.
- Porque é que me falaste daquela maneira? - Ela não me respondeu e tive de continuar. – Eu fiz-te algum mal?
- Não… - A sua voz tremia num simples vocábulo. – Não em fizeste mal nenhum…
- Então diz-me. – Agarrando-lhe pelo ombro virei-a para mim. O meu corpo paralisou ao ver os seus olhos cheios de lágrimas prontas a escaparem-se. – Porque é que estás assim?
Ela ferrou um pouco o lábio antes de falar.
- Eu nunca quis nada de ti, Bill. – Uma gota de água salgada escorregou clandestina. – Nada! – Desta vez o pranto foi mais claro. – Não precisavas de te fazeres de meu amigo para depois te afastares de mim, quando esta semana acabar.
- Tu ouviste a conversa? - O medo de ver confirmada a pergunta assustava-me.
- Sim. – Ela assentiu e o meu mundo caiu-me aos pés. – E ainda bem que o fiz. Fiquei a saber como tu és.
- Andy. – Suspirei abatido. – Eu não te queria magoar…
- Mas magoaste. – Ela afastou-se de mim e com a manga limpou as gotas. – Muito mesmo…
Naquele momento, o impulso foi mais forte que eu. Novamente, fi-la virar-se para mim e beijei-a. No inicio ela parecei relutante, todavia à medida que lhe acariciava os lábios, ela cedia e deixava-se envolver naquele beijo que me aquecia cada canto da alma. A palma tocou ao de leve a sua maçã do rosto e por fim, afastei-me.
O que é que eu dizia agora?
Andy afastou-se ainda mais e muito calmamente, sentou-se a olhar apra o chão.
- Se não queres que eu conte a ninguém toda esta semana, não precisas de me subornar com beijos. – Cada palavra do discurso dela atingia-me como facas, ela continuava a achar-me um nojo, ou algo ainda pior. – Eu não sou o tipo de rapariga que se aproveita de alguém. – Ela levantou-se preparada para subir as escadas. – Agora vou dormir, amanhã já estou de volta a casa.
Ela desapareceu da minha vista e uma dor no peito provocou a queda de uma singela gota de água. Sai daquele lugar e regressei ao meu compartimento no outro tourbus.

[Tom]

Estou no nosso tourbus, quando o meu irmão entra a chorar e vai disparado escadas acima. Eu vou atrás dele, dói-me vê-lo assim.
-Que se passou? - Pergunto Eu.
-Eu fui tentar falar com a Andy, mas ela não que quis ouvir e disse-me coisas horríveis. - Disse Bill chorando.
-Ela está irritada, mas porque é que ela te disse coisas horríveis? - Perguntei eu.
-Ela e a Diana ouviram a nossa conversa no hotel e ficaram furiosas connosco! - Disse Bill.
-Agora percebo o porquê dela me ter respondido tão mal. - Disse Eu sinto-me um lixo.
Olho pela janela e vejo a Diana a correr para o tourbus delas. Ela leva duas caixas de gelado enormes. Será que elas vão comer aquilo ou atirar-nos com o conteúdo das embalagens? Nós merecemos, não tínhamos o direito de as magoar daquela forma.
Estamos em andamento e não paro de pensar nela. Durante o jantar ninguém fala, este silêncio é estranho, visto que quando estamos todos juntos há sempre imenso barulho. Já é tarde tenho de ir dormir, mas não consigo deixar de pensar que amanha é o ultimo dia que a vou ver. Esta semana foi a melhor e pior da minha vida, encontrei a rapariga da minha vida e depois magoei-a. No inicio ela adorava-me nem que fosse só como ídolo, agora odeia-me. É incrível como numa semana a nossa vida dá uma volta de 180 graus. À uns dias atrás, eu andava atrás de todas as raparigas, quando o meu irmão me proibiu de estar com raparigas esta semana eu ia esgana-lo, mas quando a vi entrar naquela sala do aeroporto fiquei feliz por ser ela tão bonita e tão perfeita, pelo menos no meu ver é. Estranhamente, nesse momento o meu coração parecia que me ia saltar do peito. Este foi o 1º sinal de que ela é a tal e depois aproximei-me dela, fui eu próprio com ela e no fim estraguei tudo.
Quando olho para o lado vejo que o meu irmão ainda está acordado e muito pensativo.
-Bill. - Chamo baixinho.
-Diz! - Diz ele.
-Eu não consigo parar de pensar em tudo o que aconteceu esta semana. - Disse Eu.
-Nem eu, sinto-me tão mal com isto tudo e ela odeia-me. - Disse Bill.
-Já somos dois. Amanhã é o nosso último dia com elas, o que me deixa ainda pior. Posso não a voltar a ver e isso magoa-me muito. - Disse Eu.
-Eu também penso isso. Eu perdi a rapariga que amo de vez, porque sou um parvo e tenho medo de assumir uma relação publicamente. - Disse Bill.
-Já somos dois! - Disse Eu.
Ficamos um pouco a conversar. Ao olhar para o relógio vimos que já era de manhã e não tínhamos dormido nada. O último dia com elas chegou e agora como vão ficar as coisas? Falo com ela ou é melhor manter-me à distância?