Fic Do Momento

Fic Do Momento

domingo, 15 de maio de 2011

My Love You Are - 19º Capítulo

Olá meninas!
Obrigado a Shine e a biak. por comentarem!
Nós ficamos felizes por existir alguém que leia esta fic!
O cap é apra vocês as duas!
Pedimos desculpa pela demora, mas como esta fic é escrita em conjunto, por vezes torna-se complicado consiliar horários e ter um cap para postar.
Ela também não vai ter muito mais caops, devido à escola/Faculdade, mas espermos que apreciem!
Beijinhos!

Capítulo 19 – O Reencontro

[Andy]

No dia seguinte, mal acordamos fomos logo tomar o pequeno-almoço, depois teríamos de ir para o Palácio Biscuri onde iríamos gravar o videoclip. Diana, Inês e Patrícia pareciam realmente animadas com a ideia e felizmente, mais bem-humoradas umas com as outras! Aqueles dias difíceis de raparia da sempre cabo da cabeça a todos que os rodeiam.
Eu também estava contente, pelo menos a gravação do videoclip mantinha a minha cabeça ocupada e não me deixava pensar em outras coisas… Outras pessoas…
Mal terminamos de comer e nos arranjar, Damen anunciou que os nossos carros aguardavam por nós e no palácio tudo já se encontrava montado. Este riria ser um clip mais ousado e sedutor, todas queríamos combater a ideia de meninas certinhas que algumas pessoas começavam a ter sobre nós e mostrar que éramos pessoas comuns que se gostam de divertir. Embora a letra da música tivesse mais a ver com a perspectiva de não se deixar escapar o rapaz que se quer, todavia isso seria só uma música…
Três horas depois e muita maquilhagem em cima, já nos preparávamos para filmar a primeira parte do clip. Eu e o resto das raparigas encontrávamo-nos no jardim do palácio com os instrumentos montados. Diana vestia um mini top verde e uns mini calções dos quais saía uma cauda verde translúcida; Inês optara por um pequeno top e calças beges cheias de brilhantes; Patrícia vestia um maiow preto com um cinto vermelho e meias rendadas super finas que deixavam as pernas completamente nuas; eu envergava também um maiow negro com cuecas de leopardo, um casaco de cabedal e umas botas enormes até aos joelhos.
Começamos a cantar o inicia da música.

Hey boy, what you looking for?
Hey girl, what you waiting for?
I’ve been here so long
I’ve been here so long
I know what you want
I know what you need


Esta cena iria ser repetida em quase todas as partes do refrão. Por isso repetimos cerca de quatro vezes para variar as contracenas e poder focar todos os elementos da banda. Depois disto, voltamos para a maquilhagem e mudamos o local da gravação para o interior do palácio.
A cena constava em um rapaz dento de uma sala com cara de choro a olhar o horizonte, posteriormente as Black Side apareciam comigo na liderança e ficavam a olha-lo e a incentivarem-me para ir ter com ele. Eu seguia para perto dele, colocava a mão sobre o seu ombro e começava outra vez a cantar.

You come to this place
For be alone and cry
I can see the tear in your eye
I can see in your face

Was she who hurted you?
Don’t lie to me
I know that this true
The kisses, hugs to another gay,
I see, I see

So

Hey boy, what you looking for?
Hey boy, what you waiting for?
I am here for you
I am here for you
I know that you want me
I know that you need me

A seguir, foi a vez de Diana contracenar com um outro rapaz. A minha amiga ficava encostada a ele e seduzia-o com carícias e beijos no pescoço. Isto alternado com imagem semelhantes que Inês e Patrícia gravavam com outros rapazes em outros lugares do palácio. Sem dúvida este vídeo seria marado por cenas de sedução.

Just forget her
She doesn’t deserve this consider
Came to me, come to me
I give you every hug, every kiss

You need a girl
To make you smile again
I am this girl
I am offer and them?

Hey boy, what you looking for?
Hey girl, what you waiting for?
I’ve been here so long
I’ve been here so long
I know what you want
I know what you need

Na última cena fomos para a sala principal, lá tinham sido montada uma mesa muito resistente, um sofá e uma cadeira e num outro canto os nossos instrumentos. Primeiro começamos a cantar normalmente, posteriormente colocávamo-nos em cima dos móveis, eu a Diana na mesa, Patrícia na cadeira e Inês no sofá, todas a dançar ao ritmo da música de forma sempre sedutora. Nessa altura os rapazes entram e começam a olhar-nos e nós miramo-los com olhar de quem os quer conquistar, passando a mãos pelo nosso corpo, humedecendo os lábios e saltando para caminhar lentamente até eles.

Shush, don’t speak
Kiss and kiss
Feel and feel this
I know that you like

Hey boy, what you looking for?
Hey girl, what you waiting for?
I’ve been here so long
I’ve been here so long
I know what you want
I know what you need

Por fim, chegamos junto deles e dançávamos agarradas aos seus corpos. Sempre alternando com cenas de nós a actuar nos jardins.

Hey boy, what you looking for?
Hey girl, what you waiting for?
I’ve been here so long
I’ve been here so long
I know what you want
I know what you need
(Andy Girl – I Am Here)

Íamos terminar com uma cena de beijo, em que todas beijávamos um e issso passava em alta velocidade nos últimos segundos da faixa audiovisual.
- Corta! – Ouvimos Damen a dar por finito a gravação. – Isto ficou perfeito!
- Finalmente! – Dissemos todas em uníssono e começamos a rir feitas malucas.
O videoclip tinha demorado cerca de sete horas a gravar, ou seja já era perto das oito da noite quando terminamos. No entanto, valeu totalmente a pena, pois apesar de cansadas tínhamos adorado completamente toda aquela experiencia.
As Black Side já se estavam a despedir de toda a gente para irem descansar, quando algo interrompe as despedidas.
O mundo parou naquele momento!

[Tom]

Eu e o Bill fomos convidados para uma sessão fotografia para a revista Vougue italiana, as fotografias vão ser tiradas no Palácio Biscuri. Eu e o Bill estamos a adorar a sessão fotografia estamos a divertirmos imenso. 
- Esta sessão está a ser fantástica! - Diz o meu irmão enquanto muda mais uma vez de roupa.
- Pois está e as fotos estão a ficar muito boas. -Digo eu sorrindo.
- Agora Tom senta-te naquela cadeira e tu, Bill fica ao lado dele em pé. - Diz o fotógrafo.
Assim o fazemos, após várias fotografias o fotógrafo grita que já tem a foto perfeita. Depois vamos para um corredor, onde eu tenho de me abaixar e o Bill ficar em pé.
Estamos nisto há horas, já me dói as pernas de tanto me abaixar. Por fim, decidem tirar-nos fotografias individuais com uma tela por trás. Por mim fazemos uma pausa para comer-mos alguma coisa, estamos super cansados, mas vale a pena porque as fotografias estão mesmo fantásticas e o meu irmão tem mesmo jeito para modelo. Eu à sua beira pareço um amador.
- Está a ser mesmo fantástico, já me dói os pés de andar de um lado para o outro. Nunca pensei que este palácio fosse tão grande. - Diz o meu irmão com um ar esgotado.
- A mim doem-me as pernas de tanto me sentar e abaixar. - Digo eu.
- Eu entendo-te, mas isto já deve estar a acabar! - Diz Bill.
-Espero bem que sim, só quero ir para o hotel descansar. - Digo Eu.
Mais umas quantas fotografias são tiradas e finalmente, podemos vestir as nossas roupas para irmos embora.
Estamos no corredor e parece-me ouvir a voz de Andy, mas o que raio estás a pensar Tom? Já andas a ter alucinações auditivas.
- Ouviste isto? Parece a Andy a cantar. - Diz o meu irmão, fazendo com que eu perceba que não imaginei ter ouvido Andy.
- Sim ouvi… - Digo eu.
- Parecem mesmo elas, de onde vira a música? - Pergunta Bill.
- Só há uma forma de o descobrir, indo atrás do som… - Digo eu.
O meu irmão acena com a cabeça em sinal de concordância e decidimos ir em descoberta do som... Quando chegamos á sala nem queremos acreditar nas figuras em que elas se encontram, eu e Bill estamos em estado de choque! Como é que elas foram capazes de se vestir assim? O que lhes fizeram e onde estão a Diana e a Andy que nós conhecemos e pelas quais nos apaixonamos? É a pergunta que percorre os nossos pensamentos…

 [Bill]

Eu confesso que fiquei em estado de choque quando as vi naqueles trajes minimalistas, mas apesar disso não posso deixar de apreciar as suas belas curvas. Tom fazia o mesmo, isto depois de ter também ultrapassado o choque inicial.
A minha cabeça andava às voltas a tentar arranjar uma explicação para o facto de elas se acharem ali, numa sala repleta de instrumentos, a cantarem e a serem filmadas por uma equipa de profissionais que eu já vira antes….
- Corta! – Ouvi uma voz familiar dar por terminada a gravação. – Isto ficou perfeito!
A minha atenção foi arrastada, pois não queria de modo algum deixar de a vislumbrar, para o portador de tal voz. Isso foi um verdadeiro choque! Damen, mais precisamente conhecido como sendo o irmão de David Jost, que só por acaso também é manager, estava a gerir aquela equipa e depois de terminadas as gravações, foi felicitar as raparigas pelo seu trabalho. Só aí e com uma brutalidade única me apercebi que anteriormente, numa conversa circunstancial, Damen referira que estava a trabalhar com uma nova banda que já alcançara algum sucesso. Mas tal passou-se há muitos meses atrás e na altura eu não dera a mínima importância para a tal banda…
Como é que eu ia saber que elas tinham formado uma banda? A última vez que a vira em cima de um palco, elas estavam sozinhas e… mais vestidas também. Só de me lembrar daquele dia as lágrimas teimam em turvar-me a visão, foi realmente doloroso ter de tomar a decisão de a deixar definitivamente de ver e agora ali estava ela. Sublime, exuberante, sedutora e ainda assim, a Andy por quem eu me apaixonei perdidamente.
O destino pregou-nos uma grande partida!
Eu e Tom permanecemos algum tempo a vê-las a vestirem um roupão e despedirem-se, porém a certa altura o mundo parou: o barulho caótico de gente a falar deixou de se ouvir, as pessoas pareciam imóveis e tudo se resumia a ela.
O nosso olhar cruzou-se.
Eu ainda a amava e se o destino me tinha dado esta oportunidade para voltar a ser feliz, eu iria agarra-la com todas as forças que tinha!

[Diana]

Eu e as outras estamos super felizes, após algumas horas o nosso vídeo ficou finalmente pronto e melhor do que nós imaginamos. As roupas são fantásticas, os cenários são simplesmente lindos. Mas quando olho para a porta do espaço que nos foi destinado como balneário e o vejo, o meu mundo parou!
Porque é que eu tive de me apaixonar por ele? Ele continua o mesmo, cada vez mais lindo e o olhar cada vez mais hipnotizante… Mas o que estás para aí a pensar? Ele magoou-te e isso conta muito mais. Num acto quase de loucura aproximo-me da porta a paços largos, ele tira as mãos dos bolsos. Eu ponho a minha mão direita na porta…
- Com licença… - Digo eu e fecho-lhes a porta na cara, trancando-a com a chave que se encontra na fechadura…
- Abram a porta. Deixe-nos conversar com vocês e explicar-vos o que aconteceu… - Diz Bill batendo com a mão na porta.
- Não há nada para falarmos, já te disse tudo o que tinha a dizer. Por favor, vai-te embora. - Diz Andy irritada.
- Vão-se embora, deixem-nos em paz… - Digo Eu.
- São o Bill e o Tom, abram a porta. - Diz Patrícia.
- Sim, nós sabemos quem eles são. Mas depois de saberes o porque de estarmos a ter esta atitude, vais perceber e ver que temos razão em estarmos a agir assim. - Diz Andy.
- Então expliquem! - Diz Inês.
- Primeiro, vamos pensar numa forma de sairmos daqui… - Digo Eu.
- Porque não saímos pela janela? - Diz Andy.
- Boa ideia! Vamos pegar naquela mesa e subimos para cima dela e saltamos… - Digo Eu.
- Parece-me bem. - Diz Inês.
Assim o fazemos, trabalhamos em equipa e em pouco tempo estamos finalmente fora do edifício. Eu e Andy já respiramos de alívio por o nosso encontro com eles já ter passado. Agora é altura de começarmos a correr e depois de explicar tudo a Patrícia e a Inês.

[Andy]

Eu ainda não acreditava que o podia ter encontrado naquele lugar! A sério, o destino estava a pregar-me uma grande partida… Uma partida muito dolorosa para o meu pobre coração! No entanto, naquele momento não podia perder tempo em devaneios e lágrimas. Eu e as raparigas tínhamos acabado de saltar pela janela, e estávamos as quatro a correr feitas loucas pelos jardins em salto alto.
- Eu acho que não vou aguentar correr isto tudo até ao carro. – Patrícia já estava a arfar devido à correria, mas mantinha o passo pois sabia que aquilo era importante para mim e para Diana.
- Vocês vão ter de nos dar uma boa explicação. – Inês já tirara os sapatos e corri descalça. – Ainda por cima eles eram os vossos ídolos.
- Eram. – A minha amiga salienta o tempo verbal. – Dizes-te bem, isso é passado.
O meu coração batia descompassadamente, já não sabia se seria do choque ou da corrida exaustiva da qual eu estava quase a desistir. As pernas tremiam-me, os meus pulmões mal assimilavam o ar e a cabeça começava a latejar… Não, não podia desistir! Nisto uma terrível pergunta confronta-me: Mas afinal do que estava eu a fugir?
Se virmos bem a questão, apenas corria para fugir de um confronto que mais cedo ao mais tarde teria de acontecer. Quando se vive no mundo da música existem encontros inevitáveis. Ainda assim, preferia que aquilo ocorre-se mais tarde, talvez quando estivesse mais preparada… Se é que realmente iria estar preparada um dia!
O barulho de uma segunda correria despertou-me para a realidade e olhando para trás, quase tropecei numa pedra ao reparar que eles nos seguiam. Ok, tive de voltar a cabeça para a frente e controlar o riso, a figura do Tom agarrado as calças para elas não lhe escorregarem pelo rabo abaixo e o rosto vermelho de Bill a correr com os saltos altos nas mãos e a saltitar de vez a vez para não se magoar em ramos partidos que no chão ia encontrando. Por breves instantes desejei parar e agarrar-me à barriga a rir a bandeiradas da cena hilariante…
No entanto, antes de eu poder parar, fui contra algo consistente que me fez cair ao chão. O meu rabo deve ter ficado bem vermelho devido a queda, mas tirando isso não me magoei.
- A menina não sabe ver por onde anda? – A voz irritante de uma mulher ajudou a organizar a minha confusão transitória provocada devido à queda. – Com uma roupa dessas vê-se mesmo que deve ser uma qualquer galdéria!
Ainda atordoada, ergui-me e deparei-me com uma secretária de óculos a assentarem num nariz empinado e um homem super bem vestido e com ar interessado naquilo que via, ou seja, as minhas amigas que estavam a meu lado aparvalhadas com o encontram que eu tive.
Nisto, Bill e Tom aproveitaram a oportunidade para se aproximarem do meu grupo. O moreno mais novo apressou-se a segurar-me no braço como se a qualquer momento eu pudesse cair outra vez. O toque provocou-me um arrepio que percorreu toda a minha espinha. Sim, paralisei ao deparar-me frente a frente com aqueles olhos castanhos tão mágicos e perfeitos, aquele sorriso desejável, aqueles lábios apetecíveis…
Tudo tão doloroso para um pobre coração!
Sem grande entusiasmo, soltei o meu braço dele, reparando a cara magoada que se desenhou nele. Depois, a minha cabeça repetiu as palavras da mulherzinha e uma cólera momentânea fervilharam na minha garganta.
- Galdéria é você que precisa de insultar os outros para se sentir superior! – Os olhares recaíram todos em mim, Diana conteve um sorriso de satisfação por enfrentar a outra. – E sim, eu vejo por onde ando, vinha apenas distraída!
- Katherine, não precisa de ficar assim, foi apenas um pequeno encontrão. – O homem bem arranjado apressa-se a César a briga e analisa-me de alto a baixo. Coçando o queixo após alguns segundos. – A sua cara não me é estranha, alias. As vossas caras. – Apontou para o resto das raparigas. – Espere ai, vocês são as Black Side, não são? – O homem esboçou um sorriso radiante de orelha a orelha.
- Sim! – Todas anuímos no mesmo tom.
- Oh Meu Deus! – Ele dirige-se para mim e agarra-me nas mãos com delicadeza. Pelo canto do olho, vi Bill a dar uns passos atrás. - Que feliz coincidência! Eu sou o director da Vougue italiana e acabei agora mesmo de terminar uma sessão fotográfica com os vossos amigos. – Sem hesitar, apressou-se a contornar-me e juntar-se aos gémeos. – Não fazia a mínima ideia que se conheciam, mas no mundo da música quem não se conhece? – Riu-se, mas nenhum de nós retribuiu. – Bem, a questão é a seguinte, atendendo a nova onda revolucionária que vocês têm causado, queria-vos perguntar se querem pousar para a Vougue no próximo número?
Os meus ouvidos começaram a ouvir um zumbido depois de escutar a proposta do homem. Nem eu, nem o resto das raparigas parecíamos acreditar naquela proposta tão tentadora.
O que é que eu fazia agora?

4 comentários:

  1. omg, adorei mesmo o capitulo *-*
    é mesmo obra do destino o:
    mas elas que não sejam más, eles são uns queridos paah :3

    beijnho para as duas

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  2. OBVIO QUE VÃO ACEITAR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!AHAHAH
    AMEI ESTE CAP! BRUTAL! MAIS MAIS

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  3. olá meninas!
    Eu fico feliz por termos duas leitoras fieis!
    Obrigado memso por estarem a ler e a gostar!
    Beijinhos às duas!

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  4. as pessoas deviam ler issto ta mesmo fixe

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