Fic Do Momento

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sábado, 18 de dezembro de 2010

My Love You Are - 12º Capítulo


Olá meninas!
Peço imensa desculpa pelo atraso na publicação de mais um capítulo mas nem eu nem a Andy tivemos tempo para vir aqui.
Nós estamos realmente felizes por vocês estarem a gostar da fic e nos apoiarem nesta aventura em que as duas nos metemos!
Deixo-vos mais um capitulo espero que gostem
Beijinhos a todas e boas leituras!


Capítulo 12 – Último Dia
[Andy]

O último dia daquela semana que em sonho se tornou em pesadelo, já tinha começado. Eu sentia-me realmente triste, apesar de tudo o meu coração ainda palpitava por ele… No fundo, eu entendia a atitude dele, mas magoava-me tudo o que ele me fizera.
Suspirei.
Olhei-o pelo vidro do tourbus. Ele transportava uma das suas enormes malas de viagem. A sua cara aprecia um tanto abatida, talvez fosse cansado… Então, lembrei-me do seu beijo, como me derretia o sabor dos seus lábios.
Pára, pára, pára!
Eu tenho de o tirar da minha cabeça e arrancar este sentimento do meu coração.
Por fim, lá peguei na minha mala e dirigi-me para o exterior, onde Diana já se encontrava a falar com Gustav.
- Andy! – O loiro conduziu-se a mim quando me viu. – Então, hoje é o vosso último dia connosco.
- Sim. – Sorri-lhe por simpatia.
- Estava ali a perguntar à Diana se tinha gostado. – O olhar dele recaiu na morena. – Tu gostaste?
- Sim. – Menti piedosamente. – Houve momentos melhores que outros, mas gostei.
- Eu notei que por vezes andavas meio em baixo. – A mão dele incidiu sobre o meu ombro acarinhando-o. – Lamento por ele te ter magoado.
Nesse instante, o espanto apoderou-se da minha expressão facial.
- Como… - AS palavras entalaram-se na garganta. – Como sabes?
- Eu não sou nenhum tapadinho. – Desta vez, a sua palma acaricia o meu rosto. – Estando com aqueles dois 24 horas sobre 24 horas, rapidamente se sabe de tudo.
- Pois. – Suspirei e deixei o olhar recair para o chão. – De todas as maneiras, a semana acaba hoje e não vou ter mais de o ver…
- Se queres que seja sincero, ele é que fica a perder. – Um largo sorriso desenhou-se nos seus lábios. – Tu és uma rapariga fantástica, de certeza que vais encontrar alguém que goste realmente de ti.
- Obrigado, Gustav. – Aquelas palavras tão simpáticas levaram-me a abraça-lo. Nos seus braços sentia-me protegida, como se de um irmão se tratasse. – Obrigado pelo teu apoio.
Após alguns segundos agarrada a ele, separamo-nos e o rapaz deposita um leve beijo na minha testa.
- Não tens de agradecer. – Segurou a minha mão. – Só te quero ver a sorrir.
Desviei-me do baterista, nesse momento, vejo o olhar de Bill aterradoramente preso em mim. Não fraquejei e lancei-lhe um olhar de desilusão. Ele sentiu-o e voltou costa na direcção do Tom.
Depois disto, seguimos para os carros que nos levariam até ao aeroporto. Apesar de tudo, eu e Diana sentíamo-nos tristes por a semana ter acabado demasiado depressa. Falamos de tudo que nos tinha acontecido e das loucuras cometidas… Uma semana que já mais seria esquecida! Uma hora mais tarde, estávamos sentadas calmamente nos nossos lugares de avião.
A viagem decorreu sem turbulência. Eu e Gustav trocávamos números, assim como Diana o fez com ele. Na verdade, gostei muito de conhecer o baterista, considerava-o um amigo do coração com o qual pretendia manter o contacto. Só o Kaulitz mais novo não parecia agradado de Gustav se aproximar de nós, especialmente agora que me encontrava chateada com ele e a poucos minutos de nunca mais o ver.
O avião aterrou e todos iam saindo ordeiramente. Eu fiquei um pouco mais atrás do grupo, cada passo que dava era como a sentença de nunca mais o ver. Sim, eu desejava voltar a vê-lo um dia… Talvez, depois de algum tempo a dor pelo que me fizera já não latejasse e pudéssemos ser amigos.
Nestes pensamentos, uma mão impede-me de seguir caminho. O meu corpo voltou-se para o indivíduo que me tinha impedido de continuar caminho. O meu coração falhou uma batida, Bill estava diante de mim com uma tristeza espelhada na cara.
- Será que algum dia me vais perdoar? – A sua pergunta abalou-me as barreiras que mantinha junto dele.
- Não há nada para perdoar, Bill. - A voz rouca denunciava o nervosismo.
- Eu não te queria magoar. – Bill ferrou o lábio. – Mas…
- Mas não tens tempo para uma relação. – Conclui a frase dele. – Tens medo que te magoem e se aproveitem de ti. – Continuei sempre a mirar os olhos lacrimejados dele. – Apesar de me magoar e odiar o facto de me teres usado, eu compreendo os teus medos.
- Desculpa. – O seu punho fechou-se, talvez para impedir a mão de se conduzir até mim.
- As desculpas não se pedem, evitam-se. – Disse um tanto nostálgica. – Pode ser que um dia nos voltemos a cruzar e nesse dia, talvez seja mais fácil para os dois voltarmos a falar.
O corpo rodou nos calcanhares no intuito de seguir atrás do resto do grupo.
- Espera. – O moreno apressou-se a colocar-se à minha frente. – Quero que fiques com isto.
Bill arrancou do seu dedo um anel de ouro branco com um cristal negro na forma de um quadrado.
- Eu não posso aceitar. – Fiquei estática com a acção dele.
- Considera isto como um empréstimo. - Um leve sorriso nasceu na sua boca. – Logo, um dia vais ter de me devolver. Assim, não tens alternativa se não voltarmo-nos a ver um dia.
Bill depositou o anel no meu dedo anelar da mão esquerda. Eu nem me mexia, apenas sentia a suavidade da sua pele na minha.
- É… é melhor irmos.
Ele sorriu e ambos seguimos para junto do grupo.

[Diana]

É o nosso último dia com eles. Por um lado, estou feliz por voltar hoje para casa, mas por outro, estou triste por estar assim com o Tom. Gostaria que as coisas fossem diferentes. Acabamos de sair do avião, estamos a dirigir-nos para a sala onde nos encontramos a uma semana atrás. Sinto os olhos de Tom postos em mim, como se me tentasse proteger ou falar comigo. Neste momento não quero sequer vê-lo à frente. Ele magoou-me muito e usou-me como se eu fosse um objecto sem qualquer valor.
-Já estamos quase a ir embora. - Disse Andy.
-Finalmente, mal posso esperar por chegar a casa. - Disse Eu.
-Eu também, mas vai ser difícil esquecer esta semana e voltar a nossa vida normal. - Disse Andy um pouco triste.
- O trabalho vai ser bom, é da maneira que nos mantemos ocupadas e não pensamos neles. - Disse Eu.
-Tens razão, até pode ser bom. - Disse Andy.
-Vamos lá, temos de nos despedir deles. - Disse Eu.
-Adeus, gostei de vos conhecer. Vão dando notícias. - Disse Gustav abraçando-me.
-Adeus, também gostei de te conhecer. Sim, nós damos notícias. - Disse Eu.
-Adeus, fica bem. - Disse Andy.
-Tu também. - Disse Gustav abraçando Andy.
-Adeus, dá notícias. Quero saber as novidades todas. - Disse Georg abraçando-me.
- Adeus… Eu conto-te tudo. - Disse Eu.
-Adeus Andy, fica bem! - Disse Georg.
-Adeus, tu também fica bem. - Disse Andy abraçando Georg.
Quando olho para os gémeos, vejo que estes estão com um ar furioso por nós estarmos tão próximas do Georg e do Gustav. Eles foram uns queridos connosco a semana toda.
Eu e a Andy apenas dissemos adeus aos gémeos, por simpatia. Eles olharam para nós com um ar desesperado, mas eles não tinham o direito de nos ter usado daquela forma. Fomos para casa na mesma limusina preta que nos tinha levado ao aeroporto. Já é de noite e não consigo dormir, o Tom não me sai da cabeça. As lágrimas começam a escorrer-me pela face e vejo que a minha amiga está na mesma. Ficamos a noite toda acordadas, a dor que sentimos é superior a tudo. Durante a noite tiramos todos os posters dos Tokio Hotel, deixando apenas os do Gustav e do Georg pusemos tudo dentro de uma caixa bem como as capas dos nossos edredões. Talvez assim fosse um pouco mais fácil esquecer tudo. Agora só nos resta ir trabalhar e à noite temos um concerto no bar.



2 comentários:

  1. ohh pah, eu nao gosto de os ver tristes e separados :c

    e agora? como vai ser??

    ai voces deixam isto num suspance que mata qualquer um xD

    parabéns e beijinhos à duas por este excelente trabalho (':

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  2. Olá!
    Fiquei mesmo entusiasmada quando vi que tinham postado mais um capitulo!!
    Coitadas delas, sinceramente, eles não deviam ter feito aquilo que fizeram! --'
    Mas fico feliz por Bill ter oferecido aquele anel a Andy! :)
    E que Georg e Gustav serem tãaaao queridos! Adoraria conhece-los! :)


    Espero por mais brevemente!!! :))))
    Bjs

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