Olá meninas!
Nós ficamos imensamente contentes por voces estarem a gostar da história!
isto ainda tem muito para darXD
A todas que comentaram um grande obrigado!
Qualquer sugestão é bem vinda!
Beijinhos
Capítulo 8 - Ataques
[Andy]
Um raio de sol atravessou a janela e bateu-me na cara, despertando-me de um sonho irrealista. Sonhava que pisava um palco com uma banda chamada Black Side, Diana e eu pertencíamos à banda e o público delirava ao escutar as nossas energéticas músicas. Um sonho lindo, mas muito distante…
Só quando reparei que estava num sofá coberta por um cobertor acolhedor, me lembrei que adormecera no tourbus dos rapazes. O quarto dia daquela semana fantástica começará, no entanto, aquela hora da manhã, só eu me encontrava acordada. Suspirei, mais três dias e o sonho acabava, depois disso cada um ia para seu lado e os rapazes nunca mais se lembrariam de nós… Uma lágrima deslizo pelo meu rosto, a dor de imaginar nunca mais ver aquele sorriso de anjo apertava-me o coração até sentir falta de ar. Todavia, era o que me aguardava… Eu sou simplesmente uma fã vulgar, depois daquela semana nada mudaria!
Mesmo sem sono, deixei-me permanecer ali deitada, já não podia voltar para a minha cama, pois estávamos em andamento. Agora, só quando parássemos perto da fronteira de Espanha, onde ficaríamos o dia todo para os rapazes descansarem num hotel, poderia ir tratar de tomar um banho.
No dia seguinte, eles dariam um concerto em Portugal, o país onde deixei toda a minha família e amigos para lutar por um sonho que nunca mais chegava. As saudades começaram a bater forte, embora falasse sempre com os meus pais e alguns amigos com quem mantinha contacto, não era a mesma coisa que estar diariamente com eles. Talvez, durante o tempo que os rapazes iriam dar autógrafos, eu pudesse achar algumas velhas amigas na fila de espera…
O barulho de alguém descer as escadas despertou-me os ouvidos, semi-serrei as pálpebras para à primeira vista parecer que dormia. Quando o barulho dos passos se aproxima, consigo ver que é Bill que se dirigia à casa-de-banho. A minha sorte, foi ele passar tão rapidamente que nem reparou nos meus olhos esbugalhados ao vê-lo só de boxers! Oh meu deus! Aquele corpo escultural… Bem, a única coisa que digo é que ele tem os atributos todos no sítio! O meu coração batia de tal forma que quase pensei ir ter um ataque cardíaco.
O som do autoclismo fez-me voltar a fechar os olhos, desta vez por completo. Os ouvidos permaneceram atentos e continuei a ouvir os passos dele a aproximarem-se. Nisto, a toque suave de uma mão na minha face faz-me estremecer suavemente, porém não me manifestei perante ele. A suavidade da sua pele embalava a minha imaginação, sentia-me realmente bem com aquele toque… Mas porquê? O que levara o Kaulitz a acariciar-me o rosto?
Um suspiro e depois de aconchegar o cobertor ainda mais ao meu corpo, o vocalista volta afastar-se para a sua cama.
O que foi aquilo? A mente turbilhonava em expectativas sem fundamento, o mais provável seria em simplesmente ele recordar as minhas desculpas e querer agradecer…
A manhã foi passando até ser obrigada a levantar-me para tomar o pequeno-almoço com eles. A refeição foi no mínimo caricata, Tom despertou a atenção de todos ao agir de uma forma tão atenciosa com Diana! Nem a minha amiga parecia acreditar naquilo que lhe estava a acontecer.
No final da manhã chagamos finalmente ao hotel! Depois de David fazer o check-in, cada um subiu para o seu quarto, como de costume, eu e Diana partilhamos o nosso.
- Estou exausta! – A minha amiga atirou-se para cima da cama. – Isto de andar num autocarro todo o dia cansa muito!
- A quem o dizes! – Coloquei a minha mala sobre a minha cama. – Estou a precisar de um banho relaxante.
- Vais tu primeiro? – Indagou-me Diana.
- Sim. – Anui. – Depois aproveito e vou dar uma vota pelo hotel, assim não acontece o mesmo que da última vez.
Ambas desatamos a rir quando recordamos aquela noite em Paris. Apesar de tudo, até tinha sido engraçado e uma aventura a recordar! Lá peguei nas minhas coisas e enfiei-me na banheira com montes de espuma e saboreei a tranquilidade daquele momento. Durante a hora que demorei, ainda pensava no que Bill de manha me fizera e incessantemente, questionava-me o porquê daquilo! Quando estava a acabar, ouvi a porta do quarto tocar e abrir e fechar-se. Acabei de me vestir, passei uma maquilhagem leve na cara e sai.
- Quem era? – Perguntei à minha amiga ao sair da casa de banho. – Ouvi a porta a abrir e fechar…
- Era o Bill. – Respondeu rapidamente levantando-se da cama. – Veio perguntar se queríamos ir dar uma volta pelo hotel com eles.
- Hum, então vou ver se os encontro. – Arranjei a camisola branca com desenhos abstractos. – Vens?
- Não, vou tomar banho e depois vejo se vou ter com vocês. – Diana levantou-se e foi procurar as suas coisas na mala. – Mas tu vai, o Bill parecia estar muito mais interessado em passear contigo que com o resto do pessoal… - Um riso divertido formou-se nos lábios dela.
- Olha quem fala, o Tom anda super atencioso contigo! – Sorri-lhe divertida. – Hoje ao pequeno-almoço todos repararam isso.
- Oh. – A rapariga corou e desviou o rosto. – Ele é apenas simpático, nada mais.
- Pois, pois. Eu diria que é outra coisa, mas tudo bem. – Peguei na carteira e coloquei-a ao ombro. – Se precisares de alguma coisa, liga-me.
- Ok.
Sai.
Os corredores permaneciam desertos, só ocasionalmente via uma ou outra pessoa a entrar no seu quarto. Mal cheguei ao jardim, o sol forte obrigou-me a colocar os óculos de Sol, passei mais um pouco, mas nem sinal dos rapazes. Talvez já não estivessem por ali.
- Uma menina tão bonita a passear sozinha? - Uma voz masculina adulta mostrou a presença de um homem naquele local. – Isso é um bocado perigoso.
O meu corpo rodou nos calcanhares e mirei um homem, nos seus 40 anos a olhar-me com cara de psicopata. Arrepiei-me toda, dos pés á cabeça e até às entranhas do meu esqueleto.
Não lhe respondi. Só me arrependia de ter entrado naquele lugar mais escondido do jardim, a única solução foi voltar costas e dar uns passos rápidos para fugir dali. No entanto, no instante que em preparava para fazer isso, ele agarra-me no braço com uma força que não consegui combater.
- Largue-me! – Berrei-lhe dando murros no peito dele com o braço solto.
- Isso, se me apetecer! – Riu-se e agarrou-me o outro braço. – Acho que o dia de hoje ainda pode ser fantástico. Descontrai e aproveita minha querida.
- Larga-me! Tira essas mãos nojentas de cima de mim! – A custo tentava soltar-me. – Eu não quero nada com você!
- Tu não sabes como pode ser bom… - Lambeu-me o pescoço e as lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto. – Se fores uma boa menina, ate podes ganhar alguma coisa com isso.
Eu queria gritar, mas as forças para o fazer desvaneciam-se e a voz prendia-se na garganta sem emitir um único som. Nisto, sinto alguém puxar-me daquele nojento e dou por mim a cair no chão de uma maneira tão forte que me magoei no braço. Bill aparecerá no momento exacto e assim que me separou do outro, espetou-lhe um soco na cara com toda a força que arranjara.
- Seu cabr*o! – O homem com o murro caíra também ao chão e Bill, agarrando-o pelo colarinho da camisa, puxou-o para cima. – Se queres uma put* vai comprar uma! Não te metas com quem não deves! – Atirou-o para longe de si. – Agora sai daqui antes que vá fazer queixa à segurança do hotel.
O homem cuspiu um bocado de sangue para o chão e afastou-se deitando-lhe um olhar irado por ter estragado a sua diversão. O Kaulitz mais novo aproxima-se de mim e abraça-me fortemente, deixei-me envolver naquele abraço terno e carinhoso. Sentia-me fraca e sem forças para nada, tudo aquilo afectou-me de uma forma que só eu entendia. Unicamente me apetecia chorar sem parar, até me esgotar as lágrimas e a dor no peito.
- Anda, vamos embora daqui. – Bill puxou-me para si e apoiou-me durante todo o caminho.
Seguimos para o quarto dele, lá ele procurou na casa de banho por uma caixa de primeiros socorros e tratou-me da ferida no braço. Depois de me tratar os ferimentos do corpo, acariciou-me a face.
- Descansa, ele já não te toca mais. – Sorriu-me com uma doçura única e divinal.
- Obrigado Bill. – Abracei-me a ele ainda a soluçar do choro. – Obrigado…
Ele afagou-me os cabelos e debruçou-me sobre a cama, sempre tendo-o junto a mim.
- Dorme, precisas de descansar. - Beijou-me a testa. – Isto mexeu muito contigo, é melhor acalmares-te um pouco, vai-te fazer bem.
Alguns minutos depois, acabei por adormecer nos seus braços. Para sem sincera, se assim não fosse, acho que passaria dias de insónia até conseguir aprar de esquecer aquela cena.
[Tom]
Eu estou sozinho no meu quarto de hotel, acho que vou ter com o meu irmão a ver se ele quer ir dar uma volta. Ao chegar ao quarto dele, bato à porta e ele não responde. É porque não está bem, vou até ao quarto das miúdas ver o que elas andam a fazer.
O quarto fica perto do de Bill, por isso não demoro muito a chegar lá. Encosto o ouvido direito à porta, não ouço vozes. Será que saíram? Vou bater à porta.
Quando ouço a voz de Diana.
-Quem é? - Perguntou ela.
-Sou eu, o Tom! - Respondo eu.
-Espera só um pouco! - Disse Ela.
-Ok! - Digo Eu.
Alguns segundos depois, a porta abre-se e vejo-a de cabelo molhado e com um vestido azul muito simples. Ela está linda, fico a olhar para ela um pouco corado.
-O que queres? - Perguntou ela.
-Nada. Fui ao quarto do meu irmão e ele não estava. Por isso, pensei que estivesse aqui com vocês! - Disse Eu.
-A Andy não está cá e eu acabei agora de sair do banho. - Disse Ela.
-Ah, ok! - Disse Eu.
Ficamos a olhar um para o outro, eu não aguento mais isto. Acabo por aproximar o meu rosto do dela, dou-lhe um abraço e agora estamos frente a frente. Eu não resisto e dou-lhe um beijo, neste pus tudo o que sinto por ela. Quando nos afastamos, eu olho para o seu rosto que mostra uma expressão confusa. Que vergonha.
-Desculpa isto não devia ter acontecido. - Digo eu muito atrapalhado.
-Não digas nada! - Diz ela pondo-me um dedo em frente aos meus lábios, agarrando no meu rosto e beijando-me novamente.
Ficamos ali alguns minutos aos beijos à porta do seu quarto, quando demos conta, estavam alguns idosos a olhar para nós! E a comentar que éramos um casal muito apaixonado, eu e Diana olhamo-nos e sorrimos um para o outro. Nós não somos um casal, embora eu sinta algo por ela, não sei se ela sente o mesmo por mim. Ela depois disse para eu entrar e como estava frio, acendemos a lareira do quarto e deitamo-nos na cama dela abraçados, a ver um filme romântico na televisão.
[Bill]
Ela dormia como um anjo. Serena e calma continuava abraçada a mim, confesso que gostava de sentir o calor do seu corpo encostado ao meu. Só de pensar o que lhe teria acontecido se não tivesse aparecido no jardim… Eu acho que matava o homem se ele lhe tocasse mais um bocado!
Os meus olhos não paravam de vislumbrar a sua face e aqueles lábios tentadores. Porque é que tudo não era mais fácil? Seria tão mais simples se nos conhecêssemos fora daquele concurso, talvez até lhe pudesse desvendar o segredo do Phantomrider e do Rock Boy. No entanto, naquela circunstância parecia tudo muito precipitado. Eu tinha medo de em magoar e ao mesmo tempo, magoa-la a ela!
Sou tão complicado!
Ela mexeu-se, acho que está a acordar e acaricio-lhe o cabelo. Adoro vê-la a dormir e acordar, no tourbus ela estava linda.
As pálpebras dela abriram-se e ela permaneceu a mirar-me, um tanto corada, mas ainda assim passou a mão delicadamente pelo meu peito. Ferrei o lábio para me controlar e não fazer anda que em viesse a arrepender.
- Estás melhor? – Perguntei-lhe com um sorriso leve.
- Sim. – Uma expressão carinhosa apoderou-se do rosto dela. – Obrigado por tudo, Bill. Se não fosses tu…
Depressa coloquei um dedo sobre a sua boca impedindo-a de continuar.
- Não quero que pensas mais nisso. – Massajei-lhe a maçã do rosto.
Ela levantou-se e, para minha infelicidade, acabou o nosso contacto. Tal como ela, sentei-me na cama a seu lado e segurei-lhe a mão. Andy ficou um pouco surpresa, se calhar não devia fazer isto, só que não resistia a sentir a suavidade da sua pele.
- Que horas são? – A sua face voltou-se para mim. – A Diana deve estar a ficar preocupada comigo…
- Não te preocupes, ela não ligou. – Depois olhei para o relógio no meu pulso. – Bem, já é um pouco tarde. São horas de jantar.
- Então é melhor descermos. – Sugeriu ela arranjando o cabelo e a camisola.
- Sim, vamos.
Os dois levantamo-nos ao mesmo tempo, continuando de mãos dadas. Um ar estranho surgiu ao ficarmos frente a frente. Será que era agora que nos beijávamos? Os lábios foram-se aproximando um do outro, o meu coração batia cada vez mais rápido. Será que eu não me ia arrepender daquilo? A poucos centímetros dela, sentia a respiração a ofegar e as pálpebras começarem a fechar-se…
Ela afastou-se e retirou sua mão da minha, voltou costas para ocultar o rosto vermelho. Não havia beijo para ninguém! Parvo! Agora estou arrependido de não ter avançado, talvez não volte a ter outra oportunidade destas.
-Eles já devem estar a jantar. – A voz mostrava uma certa timidez.
Por fim, lá descemos os dois e fomos ter com o resto do grupo. Nenhum de nós trocou mais uma palavra, nem eu tinha coragem para lhe falar quando quase a beijei… Pena o “quase”. Mal chegamos, os rapazes ficam a olhar para os dois com cara de “ O que terá acontecido com estes dois?”, porém isso não me chamou muito a atenção. O que me despertou mais a curiosidade foi ver o meu irmão e Diana muito cúmplices.
Sentamo-nos e pedimos o nosso jantar. Gustav falava que iríamos dar uma sessão de autógrafos e revíamos mais algumas coisas para o concerto. Embora aquilo fosse importante, não conseguia deixar de pensar no momento do meu quarto e, em paralelo, de que precisava de ter uma conversa particular com Tom. Sim, ele ia ter de me contar tudo o que aconteceu entre ele e Diana, aquelas caras todas cheias de risos e felicidade significava algo mais que uma amizade!
hello hello! =)
ResponderEliminarEu adoro esta fic! Coitada da Andy! Se não fosse o Bill (que é mesmo querido!), eu nao sei...
Tom e a Diana, simmmmmm muuuuuuuito suspeitos! LOL
Quero mais!
P.S. - Tambem não me importava NADA de ver o Bill de boxers! *.* lol
o Tom foi ver um filme romântico ????????????????????????????
ResponderEliminaro.O'' AHAHAHH KAULITZ APAIXONADO.
eu agr se fosse a Diana, deviam ver... fazia-o sofrer durante uns tempinhos ihihihi... ]contacto físico [... ]gosto muito das cenas de amor[
:'''$
*.*
MEIN GOTTEN, ANDY SABES QUE AMO ESTAS COISAS... o Bill e tal... DE BOXER'S ]]griiiitaaa[[
*dava-me um treco* E ensonado?? DEVE SER TÃO FOFO!
ihihihihihhhhhhhh BUÉ FOFINHOS OS DOIS... *.*
mais. mais...
Olá!
ResponderEliminarObrigada pelos comentários!
Fico contente por estarem a gostar da fic.
Beijinhos
ai eu adorei completamente este capituloo, fiquei tao vidrada a lê-lo, mas fiquei triste por ter acabado!
ResponderEliminarELES SAO TÃO FOFINHOOOOOOOSS(momento de histeria xb)
por isso ja sabem meninas eu quero mais *o*
estou a adorar ;D
beijinho para as duas@