Fic Do Momento

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sábado, 6 de novembro de 2010

My Love You Are - 7º Capítulo

Olá meninas!
Muito obrigado por comentarem!
Ficamos mesmo contentes por estarem a gostar da fic e por fazerem o nosso trabalho de escrever valer o esforço!
Aqui fica mais um capítulo e nós esperamos que gostem!
Beijinhos

Capitulo 7 – Romance no ar

 [Tom]

Tinha acabado de acordar e estranhamente, sonhei com a Diana e não paro de pensar nela. Vou-me vestir e depois vou levar-lhe o pequeno-almoço. Eu não sei que se passa comigo, ou estou apaixonado ou maluco!
Fiz sumo de laranja e algumas torradas e para completar, roubei uma rosa que nos atiraram para o palco, esta era vermelha e cheirava muito bem. Agora vou por tudo dentro de um tabuleiro, para sair do tour bus, só tenho de pedir ao motorista para a abrir. Este ficou perplexo a olhar para mim, mas abriu-me a porta. Para entrar no tour bus delas bati com o pé na porta, ao olhar pela porta de vidro vi que a Andy vinha a descer as escadas. Ela já está vestida!
-Olá, bom dia. O que queres? - Perguntou Andy.
-Olá, bom dia. Vim trazer o pequeno-almoço à Diana, ela ainda não comeu nada pois não? - Perguntei eu, só agora é que pensei que ela já tivesse comido.
-Ela está lá em cima a dormir! - Disse Andy.
-Posso subir? - Perguntei eu.
-Sim, podes. Eu vou apanhar um pouco de ar! - Disse Andy.
Como o autocarro é igual ao nosso, não tenho dificuldade em encontrar o quarto. Quando a vejo, ela está a dormir tão calmamente que parece um anjo.
Acordo-a? Ou não? É a pergunta que vai na minha mente.
-Acorda, trouxe-te o pequeno-almoço! - Disse Eu pondo-lhe a minha mão direita sobre o seu ombro esquerdo.
Ela acorda e fica a olhar para mim, parece escandalizada por me ver ali!
-Olá. O que estas aqui a fazer? - Perguntou ela.
-Vim trazer-te o pequeno-almoço, como aqui não há muita coisa para comer! - Disse Eu.
-Obrigado, foste muito simpático! - Disse ela.
Ficamos ali, sentados na cama dela, tapados com o cobertor vermelho. Estávamos a divertir-nos muito.

[Diana]

Ele estava a ser mesmo um querido, mas agora que penso bem, começo a lembrar-me do que a Andy disse ontem à noite: Será que ela tem razão? Só sei que quero aproveitar bem esta semana, pois está a ser fantástica, mas ainda me faltava fazer uma coisa!
- Eu queria pedir-te desculpa por te ter mandado com água e agredido com um balde! - Disse Eu.
-Não faz mal, eu entendo o motivo de tal atitude. Eu no teu lugar teria feito o mesmo e até foi divertido entrarmos na piscina para nos escondermos do segurança! - Disse Tom sorrindo.
-Pois, isso foi divertido! A nossa sorte foi não termos sido apanhados! - Disse Eu.
-Se tivéssemos sido, acho que agora estaríamos na cadeia! - Disse Tom rindo.
-Tens razão! - Disse eu rindo.
Estávamos ali há 2 horas e o Tom tinha de voltar para o tourbus dos rapazes!
-Tenho de ir! - Disse Tom.
-Ok! Obrigado pelo pequeno-almoço! - Disse Eu.
-De nada. Já me esquecia, isto é para ti! - Disse Tom dando-me uma rosa vermelha.
-Obrigado, é linda! - Disse Eu.
-Até logo! - Disse Tom.
-Até logo! - Disse eu.
Acompanhei o Tom ate á porta e antes de sair, ele deu-me um beijo na testa!
Passada alguns minutos, a Andy entrou no nosso tourbus e estava super curiosa para saber tudo. Eu contei-lhe tudo e ela ficou super animada e espantada, tal como eu, com aquela atitude tão doce do Tom! Quando lhe mostrei a rosa que ele me deu, ela gritou de entusiasmo e ficou ainda mais pasmada!
Só é pena que a Andy e o Bill não se falem, é tão divertido estar com os rapazes!

[Andy]

No tempo que Tom se demorou no nosso tourbus, aproveitei para ir apanhar um pouco de ar e ver se me deparava com Bill para lhe pedir desculpa. Uns minutos depois de dar uma volta pelo sitio onde havíamos estacionado, um lugar no meio do nada, no intuito de arranjar uma forma de lhe pedir desculpa, vejo-o a sair do outro veiculo. Trazia vestido um simples fato de treino, cujo casaco tinha o símbolo dos TH desenhado e na cara pusera uns óculos de sol D&G.
Ele acendeu um cigarro e começou a sugar o fumo. Simplesmente permaneci a observa-lo durante uns belos segundos, a forma como ele fumava fascinava qualquer um. Ele fumava como uma verdadeira diva! Ele enchia o ar de fumo e expelia-o calmamente. Dentro, fora, dentro, fora… O cigarro a acabar e eu ali especada! Aquela era a minha oportunidade!
Sem demoras, aproximei-me dele, ainda hesitante e tentei descobrir o seu olhar por de trás dos óculos.
- Bill, precisamos de falar. – Eu tentava por na voz um tom serio e ao mesmo tempo sereno.
Ele limitou-se a atirar o cigarro para o chão e a apaga-lo com o pé, sem colocar a sua atenção em mim. Depois, apertou mais o fecho do casaco e voltou-me costas.
- Não temos nada para falar. – A sua resposta seca fracturou-me o coração em mil pedaços.
Sem uma única palavra a acrescentar, entrou de novo no tourbus.
As lágrimas iniciaram a correr pelo meu rosto níveo, nada fiz para as amparar. Ele nem me queria ouvir… Que mal lhe tinha feito de tão grave? Fogo, o Tom perdoou a Diana e o Bill só me tratava de uma maneira insignificante. Ok, eu era uma rapariga insignificante para ele e uma mera fã, mas qual a dificuldade de ao menos me escutar?
- Está tudo bem Andy? – A voz de Gustav surgiu atrás de mim.
Antes de me virar para ele, limpei as lágrimas fugitivas e sorri-lhe o melhor que pude.
- Sim. – A palavra foi prenunciada com muito fraca prenunciação.
- Tu estás a chorar. – A sua mão pousou no meu queixo, obrigando-me a encara-lo. – O que se passa?
- Saudades de casa. – Pensei numa desculpa plausível para justificar o meu estado.
- Andy. – O meu nome serviu para me repreender, embora mantivesse uma ternura na voz. – Não precisas de mentir-me. O que se passou entre ti e o Bill para estarem chateados?
Os vocábulos atolaram-se na garganta sem quererem sair de lá e contar tudo. Olhei-o nos olhos, a expressão preocupada dele derreteu-me, todavia não o suficiente para lhe contar tudo.
- Desculpa, Gustav. – Suspirei. – Eu prefiro não falar sobre o assunto.
- Tudo bem. - Esboçou um sorriso terno e abraçou-me. Eu fiquei sem reacção, mas aquele abraço depois do desprezo de Bill, era tudo o que necessitava. – Se precisares de mim, sabes que podes contar comigo.
- Obrigado. – Aconcheguei-me no seu peito. – Só queria que ele ao menos me ouvisse, mesmo que depois não me desculpasse.
- O Bill é mesmo assim, uma cabeça dura. – A mão passou pelo meu cabelo. – Se queres que diga a verdade, ele anda um pouco estranho, talvez nem esteja realmente zangado contigo e apenas precise de espaço para pôr as ideias em ordem. Só que não o demonstra da melhor forma…
- Achas? – Inquiri com esperanças de puder ser isso, embora achasse pouca piada a forma como o Kaulitz me tratava.
- Sim. – Confirmou ele. – Tenta falar novamente com ele depois do sound-check.
A referência ao teste de som deu-me uma ideia brilhante para pedir desculpa ao moreno. Se ele não me queria falar, eu iria me fazer ouvir!
- Gustav, tu és um génio! – Naturalmente, dei-lhe um beijo na sua bochecha rechonchuda. – Deste-me uma ideia genial!
- Dei? – A sua cara assemelhou-se a um ponto de interrogação. – Bem, se isso te faz feliz, ainda bem que dei.
- Sim. - Os lábios esticaram-se de orelha a orelha. – Mas vou precisar da tua ajuda.
Na hora que se seguiu, contei detalhadamente o plano que me surgira na mente para Bill me ouvir e em que é que isso envolvia o loiro e claro, também iria necessitar da ajuda da minha amiga!
O tempo foi passando, quando vejo a porta do tourbus a abrir-se e antes de sair, Tom deposita um beijo na testa da morena. Eu fiquei especada a olhar para aquela cena! Ela teria de me contar tudo! Logo que o de tranças se dirigiu para o veículo dele, entrei pela porta a dentro e inquiri Diana sobre tudo e mais alguma coisa, ficando mais e mais admirada a cada palavra… Além, de que começava a confirmar as minhas suspeitas: Tom sentia algo por ela!
De seguida, contei-lhe o plano que tinha pensado para pedir desculpa ao Bill. No inicio, ela teve medo que pudesse dar errado e ele ainda acabar mais chateado comigo, porém aos pouco ia-se convencendo que podia dar certo.
A manhã passou a correr e quando demos por nós, já estávamos no pavilhão espanhol a ouvi-los testar os instrumentos e a qualidade do som. Do lado de fora, milhares de fãs esperavam ansiosas por aqueles quatro rapazes que veneravam como deuses. Naquele instante, isso era o que menos me importava! O nervosismo crescia minuto após minuto, a qualquer momento o piano seria montado para o testarem também. Nessa altura, Gustav interviriam para tirar o resto dos elementos do palco e Diana para distrair Bill, dessa forma eu poderia subir discretamente para cima do palco.
O momento chegou!
Mal o piano foi montado e testado, o baterista chama Georg e Tom a parte e arrasta-os dali para fora. Ao mesmo tempo, Diana inicia uma conversa vulgar com o vocalista e distrai-o do que se sucede no palco. Nesse instante, subi umas escadas ocultas atrás das barreiras e sentei-me no banco à frente do piano.
-Bill! – O seu nome ressoa pelo recinto vazio devido ao microfone.
O rapaz volta costas à minha amiga e vendo-me sentada no piano, fica perplexo a observar cada gesto que executo. A sua boca abriu-se para retaliar, contudo conteve-se e nada disse.
- Eu sei que estás chateado comigo pelo que aconteceu. – Mordi o lábio e respirei fundo. – Mesmo que tenha sido tudo uma simples brincadeira de adolescentes que não correu bem. – O coração batia desregulado com a adrenalina a correr nas veias. – Hoje de manhã queria-te pedir desculpa, mas tu nem sequer me ouviste. – A memória da reacção dele magoou-me, todavia mantive-me firme. – Não me deixaste alternativa… Eu tinha de me fazer ouvir!
Os dedos começaram a teclar cada nota de uma canção que se adequava perfeitamente aquela situação, pouco depois a minha voz juntou-se à melodia.

I know i wasn´t there
When you needed me the most
I know i didn´t care
And was afraid to get so close
Tonight it´s getting hard to fall asleep
Cause it´s becoming clear that i broke all into pieces
And i can not reverse it
So i´ve got one more thing to say

I´m sorry for your pain
I´m sorry for your tears
For all the little things i didn´t know
I´m sorry for the words i didn´t say
But what i still do
I´m still loving you

Cantava com toda a alma e sentimento mais recôndito da minha alma, arrancava das minhas entranhas cada palavra e vibrava com o êxtase de cantar ali para ele e somente ele…

I know I let you wait
I´ve been away for far too long
But now I can relate
To everything that I did wrong
Stop breathing when I think I´m losing you
And there´ll be no excuse so I´m on my knees
So listen please
Let me hold your hand once again

Uma lágrima escorregou do canal lacrimal ao sentir tão profundamente a dor dele estar chateado comigo.

I´m sorry for your pain
I´m sorry for your tears
For all the little things i didn´t know
I´m sorry for the words i didn´t say
I´m sorry for the lies
I´m sorry for the fights
For not showing my love a dozen times
I´m sorry for the things that i´ve called mine
But what i still do
I´m still loving you
That´s what i will always do
(Tommy Reeve: I'm Sorry) 

A canção terminou e, de olhos turbos tornei a minha atenção para ele.

[Bill]

 O meu coração parou ao cruzar o meu olhar com o dela, os seus olhos cheios de água ansiosa por se libertar paralisavam-me os movimentos e as ideias. O que é que faço agora? O que é que faço depois da maneira rude como a tratei de manhã? Sinceramente, sentia-me um nojo por agir assim com ela, quando tudo o que ansiava era abraça-la!
Os dedos fecharam-se formando um punho bem apertado até me doerem as articulações. Porque é que sou tão estúpido? Eu devia ter seguido o conselho do Tom, em vez de pôr na cabeça a ideia de a afastar da minha vida para não sofrer por alguém que mal conheço. Eu magoei-a mais do que ela me magoou com a cena da piscina e mesmo assim, ele pedia desculpa pelo seu acto…
A melodia bateu forte no peito e a melodiosa voz de anjo faziam-me sentir perto de tocar o paraíso.
Ele pareceu desiludida pela minha falta de reacção, os vistos deslocaram-se para o chão abatidos.
- Eu só te queria pedir desculpa por tudo… - Disse a meia voz num tom de tristeza. – Eu tentei como podia.
Andy levanta-se do banco e prepara-se para abandonar a sala num choro contido. Sem esperar mais, desato a correr para atrás dele e paro na sua frente, obrigando-a também a parar e a mirar-me. A melancolia no seu visualizar dilacerava-me a alma!
- Andy…
Os meus braços enlaçaram-se em torno do seu corpo e abracei-a como se não existisse amanhã! Naquele gesto punha todo o carinho que sentia por ela, depois afastei-a um pouco e segura a sua cara entre as minas mãos.
- Será que tu me perdoas a atitude que tive contigo? – Perguntei denotando na minha cara a minha angústia pelo meu erro.
Ela sorriu. Contagiado pela felicidade que se espelhou no rosto dela, abracei-a novamente. Aí, apercebi-me do cheiro da sua pele suave e a força enorme exercida para não agir como nos filmes, impedindo-me a mim mesmo de tomar um acto insensato e beija-la. De coração a bater a mil há hora, afastei-me e depositei um leve beijinho no canto dos seus lábios, não por ela os ter desviado, antes por desejar saborear um pouco daquele sabor.
Ambos coramos e desviamo-nos atrapalhados um do outro ao apercebermo-nos de que os outros chegaram a tempo de ver á última cena.

[Diana]

Estavam todos pasmados com a cena a que acabamos de assistir, mas eu, para além de surpreendida, também estava a chorar de emoção. Foi tão lindo!
-Que se passa, porque estás a chorar? - Pergunta o Tom com um ar muito preocupado!
-Foi um momento tão lindo… - Disse Eu.
-Pois foi! - Disse Tom.
A minha amiga desceu as escadas calmamente e abraçou-se a mim, um abraço tão profundo que queria dizer obrigada.
O concerto passou e foi incrível. No final, ao sair do palco, o Tom deu-me um pequeno beijo na testa. Após isso, os rapazes foram a um Meet And Great. Eu e a Andy sentamo-nos num sofá preto que havia no camarim deles e quando dei por mim adormeci! Só me lembro de acordar no tour bus dos rapazes.
-Onde é que estamos? - Perguntei Eu.
-Tem calma, estamos no tourbus dos rapazes e tu estás deitada, nada mais nada menos que, na cama do Tom! - Disse Andy quase a dar pulos de alegria.
-Estou o quê? - Disse eu olhando em redor. De facto estava ali deitada numa cama tapada com um edredão vermelho. – Como é que eu vim aqui parar? Nós estávamos no sofá… - Disse eu confusa.
-Isso é muito fácil de explicar. Quando os rapazes voltaram à sala, tu estavas a dormir tão profundamente que o Tom ordenou a todos que se calassem e para tu não acordares de seguida, pegou nas coisas dele e depois pegou em ti ao colo e trouxe-te para aqui e pôs-te na cama dele. Foi tão lindo que até tirei uma foto para tu veres. - Disse a minha amiga sorrindo e mostrando-me o ecrã do seu telemóvel em como de facto o que ela me contou era mesmo verdade.
De seguida ouço a voz inconfundível de Tom e agora como vou olhar para a cara dele?
-Olá, vejo que finalmente acordas-te! - Disse Tom sentando-se a meu lado na pequena cama e pondo o seu braço direito sobre o meu pescoço.
-Sim… Obrigado por me teres trazido! - Disse Eu.
 Estou tão envergonhada que nem para ele consigo olhar.
-De nada… - Disse Tom.
Quando olhei em volta não via a Andy em lado algum, é mesmo típico dela sair á socapa e deixar-me ali com ele!
-Vamos jantar! - Gritou o Bill no fundo das escadas.
Eu e o Tom descemos rapidamente. No fim, juntamo-nos todos na sala, sentamo-nos naqueles dois sofás super confortáveis e vimos um filme. Quando demos conta, a Andy estava com a cabeça deitada no ombro direito de Bill a dormir  no sofá da esquerda. O Gustav e o Georg encostados ao encosto do sofá e eu adormeci com a cabeça deitada no peito de Tom e com o lado esquerdo do seu rosto sobre a minha cabeça e o seu braço esquerdo por trás do meu pescoço com a mão em cima do meu braço!

3 comentários:

  1. oww tao amorosos *-*

    ainda bem que ja esta tudo beem <33

    estou a gostar muito, principalmente agoraa


    beijinhos para as duas @

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  2. Ola!
    é mesmo fixe essa fic!
    Elas são grandes sortudas!! E estou contente por Bill finalmente ter perdoado a Andy, mas tambem ela não fez nada de mau... Ok, ele ficou magoado, fisicamente claro.
    Mas ainda bem que acabou tudo bem :)

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  3. Olá!
    Eu fico contente por vocês estarem a gostar da história!
    Beijinhos a todas

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