Olá meninas!
Muito obrigado por comentarem!
Ficamos mesmo contentes por estarem a gostar e por fazerem o nosso trabalho de escrever valer o esforço!
Antes de passar ao capítulo queria só dizer que se alguém tiver intressado em ler mais das nossas histórias, mas sem ser em conjunto, podem passar nos nossos Blogs!
Miss Diana Kaulitz - http://missdianakaulitz.blogspot.com/
Andy Girl - http://thfanficandgrafic.blogs.sapo.pt/
Aqui fica mais um capítulo e nós esperamos que gostem!
Beijinhos
Capítulo 6 – Duas perspectivas de dia
[Andy]
O dia mal tinha começado e já estava a correr mal! A Diana continuava zangada comigo e os gémeos também… De um momento para o outro, parecia que ninguém desejava falar comigo, tal qual a minha presença fosse indesejada. Isso notou-se perfeitamente quando, ao nos cruzarmos no corredor com os Kaulitz, eles pura e simplesmente ignoraram o meu “Bom Dia” e responderam só à Diana que seguiu com eles e me deixou para trás.
Um nó nasceu na garganta e fiz um enorme esforço para não me desfazer em lágrimas e voltar para o quarto. Sou mesmo um desastre! Na semana que deveria ser a melhor da minha vida, acabei por estragar tudo… A minha amiga talvez me perdoa-se mais tarde, afinal ela só tinha atirado água e agredido com um balde o seu ídolos, nada de mais… Ok, possivelmente não seria assim tão fácil, mas eu iria conseguir! Agora com os Kaulitz a conversa era outra… Eles nunca me iriam perdoar, certamente pensava que sou uma louca fugida do manicómio e o Bill devia achar que era perigosa por o ter agredido com uma vassoura.
Bill… Bill… Bill…
Um suspirou soltou-se dos pulmões ao recordar os seus olhos cor de mel tão perto de mim, quando estávamos dentro de água. Nesse instante quase ia respirando, o que poderia por tudo a perder naquela situação. De toda as maneiras, já nada importava. Eles não me falavam e o nó na garganta continuava lá.
Ainda nos encontrávamos à porta do hotel à espera dos G’s que se tinham atrasado. A conversa com os outros três parecia animada, só o meu estado de espírito não me dava grande animação para ouvir o que diziam. David acabava de chegar junto a nós, depois de pagar a despeça do hotel, na altura que Georg e Gustav descem as escadas para se juntarem ao grupo.
- Bill, que mancha é essa no braço? – Georg, atento como sempre, notara no inchaço no braço esquerdo do moreno que apenas tinha vestido uma t-shirt por causa do calor. – Isso parece um inchaço…
- E é. – Disse ao mesmo tempo que me deitava um olhar repreensivo. – Durante a noite bati com o braço na mesinha de cabeceira.
- Tens de por uma pomada nisso. – Gustav interveio e passou à frente para nos encaminha para a saída, juntamente com o manager. – Vamos indo, os tourbus já estão à nossa espera.
O sol iluminava vivamente o céu azulado e eu sentia-me como se na minha alma chovesse. Saímos calmamente do edifício e conduzimo-nos para a entrada dos tourbus sem que prenuncia-se uma única palavra, para ser sincera, acho que não conseguia falar devido à angústia.
Diana parecia mais calma, pois o seu receio, de Tom e Bill a excluírem na sequencia do ocorrido na noite anterior, não se confirmara. Aliás, Tom estava a ser realmente simpático e acolhedor com ela! Se não soubesse que só que conheciam à um dia, diria que eram grandes amigos ou, quiçá algo mais… A forma como ele a olhava deixava a pairar no ar alguma intenção oculta.
- Almoçamos todos juntos? – Georg voltou-se para todos nós esperando uma confirmação.
Uma vulgar pergunta pode trazer situações bastante constrangedoras! Os vistos de todos caíram sobre mim à espera de uma resposta minha. Engoli em seco ao sentir a enorme pressão sobre mim.
- Desculpem. – A minha voz falhou parecendo até rouca. – Eu estou um pouco doente. Se não levarem a mal, eu preferia ficar a descansar um pouco.
- Mas tu almoças, não almoças? – O de tranças mal dá tempo para algum dos outros falar e interroga Diana quase como se a obrigasse a responder sim.
- Sim. – Acenou a minha amiga com a cabeça meia perplexa com a reacção dele.
- Então se calhar é melhor vires connosco no tourbus. – Bill abria a porta para ela entrar. – Assim, não temos de fazer paragens antes das seis horas.
- Ok. – Anuiu ela entrando seguida de Tom e Georg.
- Tu tens a certeza que não queres vir? – Gustav olhava-me com um olhar carinhoso, o seu típico olhar simpático. – Vais passar a tarde toda sozinha.
- Eu sei. – Ainda me custava a falar. – Mas é melhor assim. – Dei-lhe um escaco sorriso triste. – Preciso mesmo de repousar um bocado se não quero passar o resto da semana doente.
- Hum. Está bem. – Depois sem que eu esperasse, deposita-me um beijo na testa. – As melhoras.
- O-obrigado… – O espanto não me permitiu dizer mais nada antes de ele entrar.
De seguida, dirigi-me para o tourbus onde eu iria viajar. Mal entrei, corri para a cama a mim destinada e desmanchei-me a chorar.
Tudo estava a correr mal!
Os soluços misturavam-se com as lágrimas e os lenços de papel molhados. O meu estômago começou a revoltar-se contra mim, o que acontece sempre que fico muito nervosa, e fiquei com vontade de vomitar.
Nestas ocasiões, unicamente existia uma forma de me acalmar: Cantar!
A minha voz sai rouca no inicio, mas aos poucos e poucos regularizou. Cantava, cantava como se não houvesse amanhã… Cantava, cantava como se estivesse em cima de um palco a dar o melhor de mim… Cantava, cantava para afastar da cabeça o olhar de desprezo dele… Cantei até adormecer agarrada à almofada, depois de em recordar daquele papel que Andreas me entregou a mim e a minha amiga.
[Diana]
Estávamos todos no tourbus e estava a ser muito divertido estar ali com eles, mas sentia-me um pouco triste por a minha amiga estar sozinha. Eu estou chateada com ela, porque agredi o Tom, mas ele parece já ter esquecido o sucedido. Ele está a tratar-me muito bem. O Bill não parava de cantar e o Tom pegou na sua guitarra acústica e tocou um pouco. Eu, o Georg e o Gustav cantávamos os coros das músicas. Tinha chegado a hora de jantar, aquecemos umas pizzas vegetarianas no micro-ondas e agora estamos a conversar!
- Agora vamos para Espanha. O concerto amanhã é lá em Madrid! - Disse Bill.
- Ouvi dizer que Madrid é uma cidade muito bonita, mas nunca estive lá! - Disse Eu.
- Amanhã vais ficar a conhecer o pavilhão onde vamos actuar e, se formos pelo mesmo sitio da outra vez, dá para ver alguns monumentos! - Disse Tom.
-Isso é bom, ver uma parte da cultura da cidade! - Disse Eu.
-Sim, é muito bom isso! Eu vou ver televisão, quem alinha? - Perguntou Georg.
-Eu! - Responderam o Bill, Gustav e o Tom ao mesmo tempo.
-Então e tu? - Perguntou Tom olhando para mim com o mesmo ar carinhoso de manhã.
-Eu também alinho! - Disse Eu
Algumas horas depois paramos numa estação de serviço e eu estava muito preocupada com a Andy. Se bem a conheço, ela ainda não comeu nada e eu odiava estar chateada com a minha amiga!
-Eu já volto! - Disse Eu .
-Vais onde? - Perguntou Bill.
-Vou levar esta fatia de pizza à Andy. Eu acho que ela ainda não comeu nada e odeio estar chateada com ela! - Disse Eu.
-Fazes bem! - Disse Bill.
-Se não voltares dentro de uma hora, eu vou atrás de ti ver se aconteceu alguma coisa! - Disse Tom.
-Ok! Até podes mandar uma equipa de salvamento! - Disse Eu rindo.
Eles desataram a rir às gargalhadas!
Ao entrar no nosso tourbus, vi que tinha razão. Andy estava deitada na sua cama agarrada a uma almofada!
-Andy acorda! - Disse eu.
Ela levantou-se rapidamente dando um santo da cama!
-Sim, diz! - Disse a minha amiga.
-Trouxe-te esta fatia de pizza para comeres, porque se bem te conheço, ainda não comeste nada! - Disse Eu.
-Tens razão, ainda não comi nada! - Disse Andy.
-Eu já não estou chateada contigo, mas o Bill, esse continua um pouco magoado! - Disse eu.
-Ele tem razão, eu agredi-lo com uma vassoura! E ainda lhe causei um hematoma! - Disse Andy.
-Eu vou ter de voltar para lá, porque se não o Tom envia uma equipa de salvamento! - Disse Eu.
-Ok! Vai lá! Obrigada pela pizza! - Disse Andy.
-De nada! Tenho tanta coisa para te contar! - Disse Eu.
-Eu depois quero saber tudo! - Disse Andy.
Eu sai do autocarro e voltei para junto dos rapazes, estavam todos a ver TV menos o Tom, que estava sentado no sofá a olhar pela janela. Quando me viu levantou-se e foi ter comigo!
-Estás bem? - Perguntou ele .
-Sim, estou. Nós falamos e resolvemos as coisas! - Disse Eu.
-Ainda bem! - Disse Tom com um ar carinhoso.
Decidimos juntar-nos aos outros e duas horas depois, eu estava cheia de sono e eles também!
-Eu vou para o tourbus, estou cheia de sono! - Disse Eu.
-Oh, já? - Disse Tom com um ar triste.
-Sim, eu não aguento mais, quero mesmo ir dormir! - Disse Eu.
-Ok. Eu acompanho-te à porta! - Disse Tom.
E assim foi. Ele levou-me até à porta do meu tourbus e da Andy. Num movimento inesperado, ele dá-me um beijo carinhoso na testa e um abraço forte. Disto eu não estava à espera!
-Boa noite, dorme bem! - Disse Tom.
-Tu também, dorme bem! Boa noite! - Disse Eu.
Entrei no tourbus e fechei a porta. Ao chegar ao piso superior, vi Andy a olhar para mim com um ar de quem quer saber tudo e de que vira o que acabara de acontecer!
-Conta-me tudo! - Disse Ela.
-Nós jantamos e…. - E fiquei ali uma hora a contar-lhe tudo com todos os pormenores!
No fim ela pronunciou-se!
-Isso vai dar numa grande amizade ou, em algo mais! - Disse Ela com um sorriso nos lábios.
-Eu não concordo contigo, nós somos só meros conhecidos! Ele só me vê como uma fan! - Disse Eu.
Alguns minutos depois adormecemos!
[Bill]
O sono já pesava, mas mesmo assim não conseguia adormecer! Sim, eu estava magoado com ela, e isso incluía a parte física. No entanto, o olhar triste dela massacrava-me… O que é que eu estava a fazer? A vingar-me de uma pessoa sem razão aparente. Se pensar bem, ela só reagiu com medo de alguém as estar a vigiar e tivesse más intenções.
Suspirei e voltei-me para o lado da janela.
Será que ela está bem? Bati de propósito com a cabeça na parede do veículo. Pára Bill! Ela é apenas uma fã, com muito talento por sinal, mas uma fã na mesma… Tenho de a esquecer!
De olhos fechado, a imagem da expressão que ela fazia ao cantar veio-me à cabeça. A sua simplicidade e a real paixão que se via no rosto dela ao cantar, por momentos, até cheguei a ouvir a sua voz feminina.
Uma simples fã… E se essa fã que também era uma pessoa como outra qualquer, uma pessoa que apenas tinha como ídolo musical eu! Como eu poderia saber se esta pessoa não era a que eu esperava desde há muito tempo? Ninguém me garantia isso! Será que estava só a tentar dar-me motivos para não fugir dela?
Ao voltar-me para o lado oposto da janela, vejo o Tom a olhar-me curioso.
- Não dormes hoje? – Perguntou o meu irmão com um sorriso estúpido na cara.
- Pela tua cara, tu também não. – Ri-me dele. – Até aposto que a tua insónia se chama Diana! – O meu gémeo limitou-se a suspirar. – O que está a dar? Eu não conhecia essa tua faceta romântica! Até um beijo na testa lhe deste.
- Sei lá! – Os vistos dele miraram-me atentamente. – Talvez sinta algo diferente por ela… Mesmo que não seja nada, posso ser amigo dela.
- Eu só quero que não te magoes a ti e a ela! – Se bem conhecia o meu irmão, ele ainda podia pensar em brincar com os sentimentos da rapariga.
- Como tu? – Atirou ele sem qualquer aviso.
- Como eu… - Suspirei e rapidamente franzi a sobrancelha de forma interrogativa. – Como eu?
- Sim, não vale a pena disfarçares! – Tom inclinou-se um pouco para cima. – Essa cara de cachorrinho abandonado não convence ninguém.
- Às vezes gostava de ser uma pessoa normal. - Desta vez pus-me a olhar para o tecto e imaginar uma existência vulgar. – Não que isso fosse uma grande felicidade, mas gostava de saber quando uma pessoa gosta de mim pelo que sou ou, se gosta de tudo aquilo que eu tenho.
- Talvez o melhor seja deixares as coisas acontecerem. – O de tranças sugeria calmamente. – Não sabemos o que vai acontecer depois desta semana, mas podemos aproveitar os dias que temos pela frente.
- Aproveitar como, se nem lhe falei o dia todo? – A minha voz começava a denotar uma ansiedade miudinha.
- Amanhã falas com ela e resolves as coisas. – Contrapôs o outro.
- E se depois de hoje, for ela a não querer falar comigo? – Desta engoli em seco com medo da minha própria pergunta.
- Ela é tua fã, de certeza que te perdoa! - Tudo parecia muito simples para ele.
- Esse é o meu medo, Tom! - Suspirei novamente. – Que ela seja só uma fã que me veja como um objecto e não como pessoa.
- Bill, que tal parares de complicar as coisas? – Ele continuava na sua tranquilidade que me iniciava a irritar. – Já pensaste que se fosse uma oportunista, a esta altura tinha feito de tudo para lhe perdoares? Melhor, a esta altura até o teu papel higiénico guardava para depois leiloar!
Inicialmente, parti-me a rir com o que ele havia dito. Porém, depois comecei a pensar nas atitudes dela e nada indicava uma obsessão desmedida por mim. Tudo bem, possivelmente teria o quarto forrado com posters da banda, todavia isso é normal quando temos ídolos. Eu também já fui assim e, se fosse um adolescente vulgar, poderia continuar a ser.
O pensamento do resto dos rapazes relembrou-me uma cena que vislumbrara antes de arrancarmos de Paris.
- Tom, achas que o Gustav possa sentir alguma coisa por ela? – A dúvida nascera com o beijo que este depositou na testa dela.
- Isso, só ele te pode dizer. – Uma resposta nada esclarecedora. – Mas sinceramente, acho que aquilo não passou de um beijo de amigos.
- Ele só a conhece há dois dias. – Evidenciei o facto.
- Tu também e, no entanto estás ai cheio de ciúmes. – O meu gémeo bateu num ponto fraco.
Sem lhe responder, virei costas e o sono levou a dele a melhor. Por fim, adormeci.
opah eles tem de fazer as pazes se não, não gosto :c (xD)
ResponderEliminaro Tom e a Diana sao tao fofinhoos *-*
quero ler mais meninas ^^
beijinhos para as duas @
MY GOD! ESTE CAP MATOU-ME!!!
ResponderEliminar:O
eles foram deveras maus.. eu nem me chateava,,, RIA! aquela cena tinha sido bastante cómica. ahahah Bill vai vai com ela?? *.*
ohmmmmmm têm de postar rápido SIM? xD
O TOM APAIXONADO???? uIiI vamos ver.. *.*
BJNHSSS
Olá!
ResponderEliminarObrigado pelos comentários!
Ficamos contentes por estarem a gostar e acompanharem a fic.
beijinhos